sexta-feira, fevereiro 22, 2013


“Duro de Matar – Um Bom Dia para Morrer” (John Moore)



“Duro de Matar” é uma cinessérie curiosa. Afinal, o que a define não são apenas personagens ou atitudes – características que sustentam os Rambos e Freddy Kruegers da vida. O conceito básico, em “Duro de Matar”, é o de colocar sempre John McClane na hora e local errados. A única coisa certa é que ele é o cara certo para resolver a parada.

Se no primeiro e segundo filmes ele estava confinado (ou quase) a um ambiente hostil, porém restrito (Nakatomi Plaza e Aeroporto Dulles, respectivamente), a partir do terceiro tudo se expande. É neste que Nova York se torna refém e, seguindo tal projeção geométrica, no quarto filme são os Estados Unidos como um todo que ficam à mercê de um cyber-terrorista.

E agora, no quinto filme, em que universo John irá se aventurar?

Na Rússia, é claro. E com as perspectivas negativas de que o refém, desta vez, pode ser o mundo todo! Mas tal escopo aumentado não se traduz em um filme excessivamente megalomaníaco. A parte quatro era bem mais (e até a três, se pensarmos bem). Já em “Um Bom Dia para Morrer”, relações familiares deixam o filme um tiquinho mais pé no chão. Sabemos que McClane, desde “Duro de Matar – A Vingança”, é obrigado a agir com parceiros relutantes. Desta vez a parceria acontece com o próprio filho, com quem ele não fala há séculos. É claro que ambos terão de discutir a relação – isso se sobrar tempo em meio às explosões, tiroteios e perseguições.

O certo é que as cenas de ação são bem dosadas. O que, em se tratando de “Duro de Matar”, sempre significa uma overdose. Porém, o CGI aparece de forma mais sutil e orgânica, quase nos fazendo acreditar que toda aquela destruição automobilística realmente aconteceu em Moscou – ou em Budapeste (o fato é que, na maioria das cenas, as trucagens digitais foram usadas mais como pano de fundo, dando muito trabalho para a interminável galeria de dublês).

John Moore (diretor de vários filmes de ação sem tanta expressão) segura bem a peteca. Há alguns excessos e maneirismos com a câmera, que volta e meia ele treme tentando valorizar a tensão, mas nos momentos-chave o cara sabe como enfatizar o que precisa ser enfatizado sem criar confusão.

O roteiro, obviamente, não é um primor literário, mas apresenta boas soluções e algumas surpresinhas legais. Claro que inconsistências existem, mas em filmes assim a gente releva na boa.

Por fim, temos Bruce Willis mandando bem como ele sempre faz com o McClane. No começo o personagem surge um tanto amargo, mas é só bicho pegar para ele se soltar soltando pérolas de bom quilate. Inclusive uma recorrente, e levemente cansativa, ao dizer que está de férias. Férias... sei...

(A Good Day to Die Hard – 2013)
Direção: John Moore
Roteiro: Skip Woods
Elenco: Bruce Willis, Jai Courtney, Sebastian Koch, Yuliya Snigir, Mary-Elizabeth Winstead

Postado por Nery Nader Jr às 18:18

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“O Reino Gelado” (Vlad Barbe e Maksim Sveshnikov)



Nos primórdios das animações computadorizadas, a Pixar reinava absoluta quando o assunto era qualidade técnica. Logo atrás vinham a Dreamworks e a Blue Sky. E a uma grande distância destas tínhamos uma infinidade de produções com menos definição.

Hoje, qualquer país com estrutura e verba (que nem precisa ser mais tão astronômica), consegue fazer trabalhos bem interessantes, tecnicamente falando. Mas aí surge outra qualidade (ainda mais importante) e sempre (ou quase sempre) exibida pela Pixar e também dificilmente igualada: o roteiro bem cuidado. 

Exemplo desta discrepância entre técnica e texto surge na animação russa "O Reino Gelado". Com belas texturas, cenários interessantes e um design caprichado, o filme peca justamente no roteiro desenvolvido para reapresentar uma história clássica de Hans Christian Andersen. No filme, o conto de fadas foi adaptado de forma rasa, com personagens sem características marcantes e coadjuvantes cômicos sem a menor graça. A jornada apresentada não revela grandes conflitos ou evoluções, tornando-se episódica ao mostrar situações que nada acrescentam à trama e que possuem tão somente a função aparente de aumentar a duração do filme. Existem repetições de situações que deveriam ser engraçadas, mas que não agradam nem da primeira vez - o que dizer então da segunda ou terceira que voltam a aparecer...

No trama, o mundo fica mais frio a cada dia por conta da fúria da Rainha da Neve, que quer esfriar as almas humanas a qualquer custo. Os mestres-vidreiros, que poderiam reverter a situação, são subjugados um a um. Restam então os dois filhos do mestre Vegard, que ainda bem pequenos conseguem escapar do ataque do vento polar e são criados em um orfanato, sem conhecimento de seus laços consanguíneos. A Rainha acaba descobrindo que Vegard possuía um herdeiro (sem se dar conta de que na verdade ele tinha dois filhos) e aprisiona o menino Kai, enquanto Gerda  - a irmã - parte para o resgate.

Nas aventuras que se seguem pipocam referências a filmes como “O Senhor dos Anéis” e “As Crônicas de Nárnia” (se bem que o conto é muito anterior a estas obras e dizem inclusive que C. S. Lewis teria se inspirado na Rainha da Neve para criar a Feiticeira Branca). Além destas referências mais óbvias, consegui também notar algumas que remetem ao filme "Pink Floyd The Wall" - seja na semelhança do diretor do orfanato com o professor de Pink, seja na flor carnívora da bruxa. Mas talvez sejam apenas pequenas viagens minhas...

Com uma boa premissa, é pena que o filme não consiga nos entregar personagens fortes e situações idem. Os conflitos entre Gerda e o troll Orme são incoerentes e vagos, quando deveriam ser um dos alicerces do filme. Resta então o belo visual e também a boa dinâmica no clímax da história - que destoa do resto do filme pelo bom ritmo e pela ação tipicamente hollywoodiana. Mas é muito pouco para nos cativar. Faltou substância.

(Snezhnaya Koroleva – 2012)
Direção: Vlad Barbe, Maksim Sveshnikov
Roteiro: Vlad Barbe, Vadim Sveshnikov
Elenco: Anna Ardova, Lyudmila Artemeva, Cindy Robinson, Anna Shurochkina, Jessica Strauss, Erin Fitzgerald, Wendee Lee

Postado por Nery Nader Jr às 18:05

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quinta-feira, fevereiro 07, 2013


“O Voo” (Robert Zemeckis)



Depois de três filmes utilizando a captura de movimentos para criar animações realistas, e não muito empolgantes, Robert Zemeckis volta a dirigir atores bem longe das bolinhas luminosas e dos cenários artificiais. E é uma volta pra lá de decente.

Primeiro porque há tempos não víamos um filme de avião com toda aquela tensão e drama de uma queda iminente, exatamente como nos clássicos do chamado cinema-catástrofe. Ainda mais se a gente pensar que isso acontece ainda no primeiro ato do filme.

Pouco antes do voo, somos apresentados ao piloto Whip Whitaker (Denzel Washington), mulherengo, fumante inveterado, alcoólatra e fã de algumas outras substâncias ilícitas também. Porém, é apenas quando surgem problemas no voo que ele comanda entre Miami e Atlanta que passamos a conhecer outra característica sua: a habilidade nata de pilotar um avião e evitar uma tragédia maior.

Mas é depois, em terra, que a trama se desenrola de verdade, indo fundo na questão do alcoolismo e das mudanças (ou não) de perspectivas. 

Zemeckis foge das saídas simples e cômodas. Até porque não existem saídas simples e cômodas para qualquer vício. Denzel, esbanjando prepotência e instabilidade, vai além de alguns maneirismos (língua esticando a bochecha em forma de bola?) e consegue transmitir autenticidade e toda uma carga bem equilibrada de repulsa e admiração pelo seu personagem.

“O Voo” possui uma clara trama de redenção e por isso Zemeckis apresenta closes nos elementos da danação, como seringas, garrafas e "Sympathy for the Devil" nos fones de ouvido do traficante, ao mesmo tempo em que pontua a história com referências explícitas à religiosidade, desde a igreja na hora do acidente até orações, crucifixos e quadros de mãos unidas em prece. Nada sutil, é verdade.

Mas no fim, nenhum dos elementos do bem ou do mal guiam a ação. Nem as revistas pornô de John Goodman nem o convite ao culto de Tamara Tunnie. Ambas são igualmente refutadas por Whip. Isso porque a palavra final é de cada um, ao final. É o tal livre-arbítrio, que vai diametralmente contra o inspirado diálogo nas escadas do hospital. E isso é sempre saudável.

(Flight – 2012)
Direção: Robert Zemeckis
Roteiro: John Gatins
Elenco: Denzel Washington, Kelly Reilly, Bruce Greenwood, Don Cheadle, John Goodman, Tamara Tunie

Postado por Nery Nader Jr às 18:47

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“Fogo Contra Fogo” (David Barrett)



Certos filmes até tentam... mas não conseguem escapar do convencional.

 “Fogo Contra Fogo”, por exemplo, começa até bem, com fortes doses de violência e tensão. Mas simplesmente se revela incapaz de sustentar o interesse.

A trama realmente tem início quando o bombeiro Jeremy Coleman presencia um crime em uma loja de conveniências, cometido por um grupo de mafiosos. É neste momento que Vincent D’Onofrio nos apresenta seu vilão caricato, porém interessante. Pena que logo depois a sua interpretação descambe para um exagero totalmente desproporcional. Como única pessoa que pode identificar o chefão do crime, Jeremy precisa desaparecer até o julgamento, entrando para o serviço de proteção à testemunha. Obviamente, o serviço falha, e ele percebe que a única forma de preservar a sua vida, e a daqueles que ele ama, é fazendo justiça pelas próprias mãos.

Obviamente, esta premissa é manjada. Porém, o roteiro apresenta algumas boas soluções, apresentando um herói comum que de início não sabe muito bem como agir, quando atirar ou de que forma interrogar os criminosos.

Pena que, à medida que a trama avança, a confiança do personagem interpretado por Josh Duhamel cresce também, enquanto o roteiro vai exagerando nos clichês e nas resoluções previsíveis.

O diretor David Barrett, egresso das séries de TV, até consegue imprimir um bom ritmo no início, criando algumas cenas interessantes, como a do tiroteio à distância no motel. Porém, logo ele começa a perder o pique, ao mesmo tempo em que passa a abusar dos efeitos de computação nas demais cenas de ação, inclusive com um fogo digital que não convence ninguém. Sem falar nas tentativas de criar momentos emotivos/emocionantes, forçando na trilha com aquele pianinho martelado bem manjado.

Vale citar ainda a participação de Bruce Willis, que abre mão da ação (acho que ele não dispara um único tiro) e surge como um coadjuvante não muito convincente. Seu duelo verbal com D’Onofrio é a única cena digna dele de nota.

A falta de confiança para com o filme lá fora foi tanta que ele foi lançado diretamente em vídeo. Aqui, “Fogo Contra Fogo” tenta a sorte no cinema. Mas eu não apostaria nele.

(Fire With Fire – 2012)
Direção: David Barrett
Roteiro: Tom O’Connor
Elenco: Josh Duhamel, Bruce Willis, Rosario Dawson, Vincent D’Onofrio, 50 Cent

Postado por Nery Nader Jr às 17:08

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Meu Namorado é um Zumbi” (Jonathan Levine)



Para começar, é importante você ter em mente que “Meu Namorado é um Zumbi” é uma ficção. Na vida real os zumbis simplesmente não têm emoções e todos nós sabemos disso.

Aceitando tal pequena subversão deste gênero clássico é realmente possível se divertir com o filme, que tem direção decente, boa trilha, referências bacanas e alguns momentos de tensão satisfatórios.

Outra sacada legal é que, através da dieta cerebral dos zumbis, eles podem visualizar as memórias daqueles que estão sendo devorados – e nós também podemos. Seria ainda melhor se tais imagens surgissem sempre por meio de tomadas em primeira pessoa. Mas a solução usada não incomoda tanto assim.

O que incomoda um pouco é o fato dos zumbis, desde o início, conseguirem soltar uma palavra ou duas, correr, guardar objetos, manusear vinis e raciocinar de forma rudimentar. Os zumbis esqueléticos também não me agradaram muito, caminhando como uma versão pele e osso do T-800. O passeio de conversível pelo aeroporto é outro momento que parece forçado, ainda mais se pensarmos que, naquele momento, tudo que a garota queria era sair dali. Mas a intenção da ocasião era justamente criar o clima para um clássico clipe romântico, com edição simpática e casal feliz – ainda que um deles seja um zumbi.

Nicholas Hoult faz bem a transição entre o morto-vivo básico e o quase-humano. Teresa Palmer, uma espécie de Kristen Stewart mais bonita, sorridente e loira, cumpre bem seu papel de objeto de desejo. John Malkovich se repete, como quase sempre ultimamente. E o restante do elenco é quase totalmente figuração zumbi – inclusive os humanos.

Mesmo açucarado em alguns momentos e pouco inspirado em outros, “Meu Namorado É um Zumbi” consegue divertir. Mas confesso que, como fã confesso do gênero apocalipse-zumbi, me incomodou um pouco o tom otimista e a não observância das regras gerais criadas por George Romero. Mas isso é coisa de purista...

(Warm Bodies – 2013)
Direção: Jonathan Levine
Roteiro: Jonathan Levine
Elenco: Nicholas Hoult, Teresa Palmer, Rob Cordory, John Malkovich

Postado por Nery Nader Jr às 15:33

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sexta-feira, fevereiro 01, 2013


“Os Miseráveis” (Tom Hooper)



O que é pior: confessar um preconceito ou negá-lo e mesmo assim continuar sendo preconceituoso?

Eu, particularmente, prefiro confessar o meu preconceito: simplesmente não gosto de musicais.

Nada louvável esta minha faceta, ainda mais no momento de criticar justamente um musical. Mas a despeito deste meu defeito, vou tentar falar da forma mais imparcial possível sobre o filme “Os Miseráveis”, mesmo sabendo o que isso significa - dizer que o filme continua sendo muito chato.

Primeiramente, por ser demasiadamente longo. Cada trecho cantado - e quase só existem trechos cantados, que não deixam margem para muita ação fora deles – parece arrastado. Muitos se prolongam sem necessidade e sem fazerem a história evoluir. Por manter um pé (quase dois) no realismo, mesmo com o artificialismo das canções, o filme não se permite muitas pirotecnias visuais. Assim, em muitos momentos, temos tão somente um ou outro protagonista cantando em close-ups oscilantes, que volta e meia saem de foco. Este pecadilho de direção realmente incomoda, ainda se você está vendo o filme no IMAX. E a direção permanece ruim por quase todo o filme. Basta tentar acompanhar as cenas das batalhas, com suas montagens falhas que só confundem e nada acrescentam. Rever (ou ver) Eisenstein não faria mal algum ao Tom Hooper.

Tais deslizes são ainda mais imperdoáveis se considerarmos que o filme começa muito bem, mesmo com as partes em que Russell Crowe tenta cantar. O ritmo é correto, a tensão também e a esperança de um bom filme até surge, mas desaparece logo. Talvez porque a boa história careça de um bom desenvolvimento. As motivações dos personagens, por transparecerem apenas nas canções, eclodem trôpegas. Falta convencimento. Ou convicção mesmo. Por conta disso, não consigo achar nenhuma das atuações surpreendente. A dor de Anne Hathaway, por exemplo, não me convence. Hugh Jackman se sai melhor, em alguns momentos. Mas muitas de suas ações parecem despropositadas, mesmo com ele cantando para explicar quase tudo. E se Jackman e Hathaway sofrem, Sacha Baron Cohen e Helena Bonham Carter acham tudo muito divertido – pena que só eles consigam se divertir com seus números musicais pretensamente engraçados. E é obviamente com eles que o diretor se permite aumentar um pouco a dose de artificialismo, só para apresentar cenas deslocadas e, vejam só, longas. Pior do que isso só mesmo o triângulo amoroso açucarado e modorrento que tem em seus vértices Amanda Seyfried, Eddie Redmayne e Samantha Barks.

Com todos estes defeitos, porém, “Os Miseráveis” é um filme que me fez pensar. Tanto que já não sei dizer se realmente não gosto de musicais. Talvez eu apenas não goste de musicais ruins...

(Les Misérables – 2012)
Direção: Tom Hooper
Roteiro: William Nicholson
Elenco: Hugh Jackman, Russell Crowe, Anne Hathaway, Amanda Seyfried,
Sacha Baron Cohen, Helena Bonham Carter

Postado por Nery Nader Jr às 17:19

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“O Lado Bom da Vida” (David. O. Russell)



É sempre gratificante ver um filme honesto. Ainda mais quando o trailer não consegue ser.

“O Lado Bom da Vida” é assim – um filme que não força a barra em momento algum. E que nunca busca gracejos fáceis ou emoções idem.

É também um filme que não desvirtua pelo caminho confuso e maneirístico do indie e que tampouco se prende às fórmulas fáceis dos romances frágeis. E que mesmo assim é romântico até a medula. E emotivo. E complexo. E simples. E belo. E honesto.

Esqueça a comédia romântica que o trailer vende. Esqueça também as indicações ao Oscar – a maioria merecida. E se delicie com um filme onde quase tudo funciona: direção, atores, química entre os atores, alívios cômicos, roteiro redondinho e, olhe só, até Robert De Niro!

Eu realmente poderia falar mais. Bem mais. Mas cada descoberta, cada curva de roteiro, cada sutileza de interpretação ou de direção surpreende mais e vale bem mais do que as minhas linhas.

(Silver Linings Playbook – 2012)
Direção: David. O. Russell
Roteiro: David. O. Russell
Elenco: Bradley Cooper, Jennifer Lawrence, Robert De Niro, Chris Tucker

Postado por Nery Nader Jr às 10:27

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