terça-feira, maio 31, 2005


Realidade Como Subversão



De Douglas Rushkoff, pensador pop da Universidade de Nova York, no seu blog, em 20/04/05, um post sobre o mundo como está:

"Acho que devemos deixar que vençam. Deixemos que os vilões ganhem as realidades irreais. Se querem televisão, os grandes jornais ou mesmo a web, que os levem. Eles construíram um universo alternativo que tem muito pouca conexão com o que está acontecendo de fato por aqui. E este sonho baseado no mercado, competitivo, realidade enquanto propaganda os engoliu. Eles são vítimas de suas próprias ilusões. Nós não precisamos ser.

Nós podemos assumir a realidade real que eles esqueceram; o mundo em que vivemos. Os jardins e as ruas e os dedos e as línguas. Vamos construir pistas para bicicletas, fazer churrascos, bolar programas para que as crianças freqüentem depois das aulas, arranjar lugares para tocar música e montar grupos de apoio e prevenção de Aids. Eles estão tão ocupados com o monitoramento do que é transmitido em busca de sinais de traição contra o mercado ou contra o Estado que perderam contato com o que está acontecendo entre as pessoas de verdade. Desligue o celular e converse com o cara que está sentado ao seu lado no ônibus. É a coisa mais subversiva que pode fazer."


De Pedro Doria, jornalista brasileiro, no Weblog do NoMínimo, em 10/05/05, uma frase sobre o pensamento do americano:

"Ou Rushkoff pirou de vez – ou talvez tenha algo de sensato aí."

De Pedro Woiski, em 11/05/05, a dica por e-mail para nós.

De mim, em 31/05/05, hoje (e tarde como sempre), para você. : )

Postado por Nego Lee às 14:23

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segunda-feira, maio 30, 2005





Matt Groening é de primeira.

(Dica do xará.)

Postado por Nego Lee às 09:11

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sexta-feira, maio 27, 2005


Showtime



Falta mais ou menos uma semana para eu me pirulitar até São Paulo a mór de novamente conferir o mano e a mina dos White Stripes tocando ao vivo em terra brasilis. No duro, no duro, eu queria mesmo era ver o show de los hermanos na fronteira do Brasil-Sil com a Arghentina ou no espetacular Teatro Amazonas, lá na velha e boa Manaus. Mas qsf: eu vai, e o que importa é poder dar uma checada nos tais.

E como estou numa fase que recordar é viver, recordo: a primeira vez que falei deles cá no blog foi aqui, a segunda rolou aqui (e, vai, aqui), a terceira está sendo agora, aqui, e as próximas ainda vão ser. Aqui. Tá, e daí?

Postado por Nego Lee às 17:09

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Amish Porn é sacanagem!

Postado por Nery Nader Jr às 10:44

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quinta-feira, maio 26, 2005


Niverzário?



Em tempo: já se passaram dez dias que este blog aqui, o seu amado e odiado MegaZona, completou dois anos de vida. Ê, nós!!! E, como bons pais desnaturados que somos, nem eu nem o WW lembramos da data. Eita, nós... Mas não faz mal: ainda estamos aceitando os parabéns, os comentários queridos, os e-mails carinhosos e os presentes abonados que vocês vão nos dar. : )

P.S.: E a quem interessar possa, este foi o post que deu início a tudo. A culpa é dele. Valeu.

Postado por Nego Lee às 20:16

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quarta-feira, maio 25, 2005


Top Four



Quatro cousas, entre tantas outras, que uma mulher tem que ter para me ter:

1) Ser mulher, e não mulherzinha. E ser macho, mas não mulher-macho. Aquela que é, ou sabe ser, entende(u).
2) Ter cabelos compridos.
3) Usar salto alto. Usar coturno. De preferência, um na ocasião que exige o outro.
4) Ligar para mim de madrugada.

É/E você?

Postado por Nego Lee às 17:07

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Kids



Dica de moda infantil: punk rock clothing for punk rock babies. Porque recém-nascido também é indie, gente.

Postado por Nego Lee às 10:45

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Ah, nada como uma sexta-feira caindo numa quarta...

Postado por Nery Nader Jr às 10:18

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terça-feira, maio 24, 2005


PB



Gosto do Jack White. Não gosto do Jack Black. Será que pela cartilha do politicamente correto isso faz de mim um racista?

Postado por Nery Nader Jr às 18:15

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segunda-feira, maio 23, 2005


Questã Reciclável



Papel-alumínio a gente joga naqueles lixos específicos para papel ou para alumínio?

Postado por Nery Nader Jr às 17:05

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quinta-feira, maio 19, 2005


Como a Sra. WW preguiçou na última hora, sobrou para quem a tarefa de acompanhar o mala do MegaZona na pré-estréia do filme mais aguardado do ano? Para o outro mala do MegaZona. Desta feita, eu me tornei a companhia improvisada do meu compadre e também fui na tal experiência que ele descreveu no post abaixo. Eis algumas de minhas impressões. Não é uma resenha, óbvio, que isso é assunto para entendidos, mas sim um parecer da sessão em si, que sozinha já valeu o ingresso. Diversão garantida e investimento de volta. Confira.

*****

"Star Wars: Episódio III - A Vingança Dos Sith" (George Lucas), por Alexandre



Chegamos no UCI do Shopping Estação às 23h00 de ontem para a sessão das meia-noite e dois. A nerdolândia estava toda lá: jovens balzacos e velhos balzacos, goldos, magros, altos, baixos, espinhas, óculos e mais óculos, no maior amontoado de gente feia num só lugar que vi nos últimos tempos - incluindo o espelho do banheiro. Obviamente, tinham fantasiados em geral aos montes. Tinha uma Amidala cover que nem de longe lembrava a sola do pé da diliça da Natalie Portman. Rolou também uma meia-dúzia de Cavaleiros pobretões e jacus, Darth Vaders mais parecidos com o Rick Moranis no filme do Mel Brooks e grupos uniformizados variados, como, por exemplo, o Conselho Jedi Rio junto em plena CWB. Duvido que tinha alguém no Cefet na manhã de hoje.

Entramos na Sala 2 e conseguimos um lugar meia-boca no canto da penúltima fileira, lááá em cima, pertinho do projetor. Sorte: o moleque ao lado do Nery parecia gente. Azar: o moleque ao lado do Nego Lee carregava um bongô! Mais azar: cuma nós dois tinhamos bebericado alguns choppinhos no bar Ao Distinto Cavalheiro desde umas 21h00, uma hora ou outra iria bater aquela vontade de faxer xixi. E bóbvio que isso rolou foi bem no meio do filme. O WW foi ao WC. Eu resisti, mas confesso que o escurinho aproveitou o escurinho para tentar tirar uma água do joelho numa das nossas garrafas vazias da Kaiser Summer. Não consegui. E acho que ouvi alguém gritando: "Olha, gente, a fêmea do Chewbaca abortou!". Mentirinha. Ficção científica. Capaz que aconteceu.

Começamos a ver o filme. Som Dolby no talo, trailer de Spielberg antecipando o show e, depois dos aplausos e gritos para cada letreiro que surgia - teve um tãfe que saltitou quando surgiu a logomarca da Lucas Films e outro que chorou com o brasão do Star Wars - baixou um silêncio sepulcral ao primeiro frame pipocado na tela. Foi bonito de ver (ou não ver, já que cinema é escuro, dãr). Pensando bem, foi bonito de não ver mesmo, já que a besta que vos fala esqueceu o óculos em casa e passou as duas horas e meia aumentando a miopia com milhares e milhares de legendas desfocadas. Ainda bem que não há muito que se ler, já que o pau come solto na tela o tempo todo e não sobra muito espaço para esses blá-blá-blá cabeça. Ainda bem. Filme assim é cousa de macho.

Findamos de ver a obra(-prima), com o peidão da palavra, fisiologicamente prejudicados mas psicologicamente recompensados. Assim que os créditos começaram a subir, os zíperes começaram a descer e foi dada a partida numa corrida desenfreada para ver qual dos dois chegava antes no Wanderlei Cardoso. Sei lá quem ganhou, não interessa, o que importa é que descarregamos tranqüilões. Para falar a verdade, eu nem tanto, já que o carinha no mictório ao lado ficou o tempo todo de selviço assobiando o tema do Lorde Anakin. Meda. Vai que ele vira e resolve dar ni mim com seu sabre de luz? Eu, hein... Pagamos o estacionamento depois de uma filona, matamos um Waldo X-Picanha na seqüência e fomos para casa dormir. Cada um na sua, antes vocês pensem coisa feia.

E foi isso.

Sobre o filme? Espetacular. Todo mundo tem que ver. Menos esse moço e essa moça, que não apreciam. Ai, ai.

Postado por Nego Lee às 23:15

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"Star Wars: Episódio III - A Vingança Dos Sith" (George Lucas), por William Wilson



Ávido/a por uma resenha imparcial, coerente e honesta do terceiro episódio de Star Wars?

Blog errado. Ou, pelo menos, blogueiro errado.

Afinal, sou suspeitíssimo demais para tecer uma crítica decente (vide minha babação quase total para com "O Ataque Dos Clones", no proto-site-versão-beta que deu origem a este blog).

Claro que, na sessão da Meia-Noite E Dois Levarei A Tua Alma (Para Uma Galáxia Muito Distante), eu não estava vestido de Darth Vader ou Chewbacca (os dois personagens mais adequados ao meu porte - alguém aí falou em Jabba? Olha a porrada...), nem tampouco exibia uma camiseta da Jedicon CWBebilóides. Mas isso não me torna menos fã da série. E fã não consegue ser racional nem, e principalmente, imparcial. É como você falar mal do seu time do coração. Não digo do time-pessoas-físicas (jogadores, técnicos, dirigentes etc). Falo do time como instituição, emblema, organismo. Assim é Guerra nas Estrelas para mim. O mito fala mais alto.

Dito isso, tenho que dizer que babei again. O filme é perfeito. Começa com todo gás, não dá tempo nem espaço para bichinhos fofinhos, se assume darkão logo cedo e manda ver uns 60 minutos finais de pura respiração suspensa. Até você soltar o ar de forma ofegante, mecânica e artificial numa tomada que vale o filme. E que filme! O véio Lucas amarra as pontas soltas com capricho, apresenta-nos um roteiro esperto, dirige como gente grande, alterna magistralmente a ação e detona uma luta de sabres-de-luz com alma, finalmente. Principalmente porque a luta em questã tem muito em jogo, como tinham as batalhas da trilogia clássica. Conflitos familiares. Ou quase.

Eu poderia ficar horas e horas discorrendo sobre cada detalhe irrelevante. Mas aí você acharia tudo entediante. Por isso vá ao cinema (e me chame). Para Star Wars (e para mim), uma só vez nunca é o bastante.

Postado por Nery Nader Jr às 14:33

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quarta-feira, maio 18, 2005


Casquinha



Todo mundo anda tirando uma casquinha (ou a roupa toda) de Star Wars. Até mesmo quem nem aparece no filme. A atriz Bai Ling, por exemplo, sumiu por completo na edição final do filme, mas aparece inteirinha na Playboy americana, revelando o, digamos assim, Lado Sexy da Força. Meesa like dis.

Postado por Nery Nader Jr às 17:42

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Sith Happens



Baita idéia pr'uma camiseta (se eu a tivesse descoberto antes, poderia até ter copiado/criado uma pra mim). Se bem que, dentro do contexto, acho que ela tem mais a ver com o Hayden Christensen.

Em tempo: o linque do título não tem nada a ver com a camiseta.

Postado por Nery Nader Jr às 17:23

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Ok, Star Wars usa e abusa do merchandising, mas isso já é ridículo.

Postado por Nery Nader Jr às 16:56

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Negócio Divino

Classificados da Gazeta do Povo de 07/05/05:



(Dica da Carla.)

Postado por Nego Lee às 14:47

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terça-feira, maio 17, 2005


Afinal, didadondéque o George Lucas tirou tantas idéias espaciais? Pistas aqui.

Postado por Nery Nader Jr às 18:09

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Scout Walker Kama Sutra



Descubra o que os walkers fazem quando não estão guerreando nas estrelas.

Postado por Nery Nader Jr às 11:09

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segunda-feira, maio 16, 2005


Problemas? Ligue pro DV.

Postado por Nery Nader Jr às 11:13

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sexta-feira, maio 13, 2005


May The Farm Be With You



Store Wars.

Postado por Nery Nader Jr às 14:36

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Darth Maui!

Postado por Nery Nader Jr às 14:33

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quinta-feira, maio 12, 2005


III



Já tenho compromisso pra próxima quinta, à meia-noite e dois (é, eu vacilei por um minuto).

Postado por Nery Nader Jr às 15:22

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quarta-feira, maio 11, 2005


2 x Show



Em tempo: sexta-feira passada, eu assisti a dupla Tangos & Tragédias. Foi a minha trocentésima vez, mas a primeira da minha filha. Ela, obviamente, gamou. Eu, mesmo vendo/sendo o mesmíssimo show novamente, também. Eles são jóiões demais. Vale a pena ver de novo.



Agora, nada/tudo a ver, depois de ouvir "Romance de Uma Caveira" e "Drama de Angélica", eu pergunto: cuma que Alvarenga & Ranchinho, outra dupla de primeira, ainda não são idolatrados por todo (o) mundo? Mistério. Corra atrás dos tais para conferir, que vale a pena.

Postado por Nego Lee às 10:33

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segunda-feira, maio 09, 2005


Seu Alfredo



Seu Alfredo era uma figura. E como figura que era, tinha carisma autocolante, sarcasmo autocolante e alegria autocolante para nunca desgrudar do nosso álbum de memórias afetivas.

Seu Alfredo era mafrense de corpo e alma e coração. Mas sempre foi teimoso, por isso invocou de nascer meses antes da sua cidade natal.

Seu Alfredo nunca abriu mão das suas "brahmas". Tanto que foi cervejeiro durante grande parte de sua vida, só pra garantir o copo sempre cheio. Lamento não ter conhecido o sabor da sua receita de cevada, lúpulo e segredos. Por outro lado, conheci bem seus destilados, do clássico Steinhaeger às doces gengibirras. E era tudo bom demais da conta.

Seu Alfredo fugia do dia a dia nos fins de semana. Fez sua chácara. Casa, tanques, gramados, muradas. Pedra sobre pedra. Tudo com o prazer e o suor de fazer perfeito com as próprias mãos.

Seu Alfredo saia bem nas fotos. E quase nunca olhava pra câmera. Tinha o olhar sempre perdido em algum ponto inexistente. Vislumbrava algo além, como sempre.

Seu Alfredo se emocionava com o passado. Contava, com lágrimas nos olhos - daquelas que contagiavam os nossos também, da vez em que viveu a intolerância nos tempos de guerra. Era a segunda, e a sua descendência alemã acabou deixando-o menos brasileiro aos olhos de outros brasileiros. Tanto que sofreu perseguição, vandalismo e medo, justo quando sua família estava nascendo. Coisas de outro tempo. Ou de todos os tempos, vide agora. Vide sempre.

Seu Alfredo era um lutador. Venceu um câncer de garganta num tempo em que vencer o câncer era ainda mais improvável do que hoje.

Recentemente, outra longa luta tomou o seu tempo. Uma ferida na perna que insistia em não deixá-lo em paz.

Mas não acredito nos que dizem que ele finamente se entregou e parou de lutar. Não mesmo, ele continuou lutando. Lutando para alcançar aquele ponto inexistente para o qual olhava nas fotografias. Ele decidiu lutar e seguir até lá.

Seu Alfredo seguiu em frente na madrugada de sábado.

Dói a saudade. Mas me invade o significado de uma palavra que Seu Alfredo encarnou como ninguém para mim, com todas as forças e significados: AVÔ.

Postado por Nery Nader Jr às 14:10

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sexta-feira, maio 06, 2005


: )

Postado por Nego Lee às 14:22

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quarta-feira, maio 04, 2005


Hai-Karai



Infeliz mente
Mente por ser infeliz
Infelizmente

Postado por Nery Nader Jr às 17:10

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Pequena Carolina



Eu e minha filha de quase 9 anos parados em um engarrafamento.

- Pai, por que o nome do engarrafamento é engarrafamento?

- Boa pergunta. (N.R.: Subterfúgio que eu sempre uso quando necessito de um pouco mais do que um segundo para pensar na bobagem que vou dizer.)

- Carro não é feito de lata? Não tem mais lata do que vidro?

- Craro, creuza. (N.R.: Sim, é assim que às vezes eu respondo para ela, dentro do meu próprio programa paternal de educação através da deseducação.)

- Então, deveria ser enlatamento.

Fía da mãe. Eu não sabia se ria ou se chorava. Rapaz, eu amo ela.

Postado por Nego Lee às 09:37

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