sexta-feira, abril 29, 2005


"O Evangelho Do Coiote" (Grant Morrison, Chas Tough e Doug Hazlewood)



Nada de Marcos, Lucas, João ou Mateus. Nada de apócrifos do Mar Morto. O melhor Evangelho já escrito é o do Coiote. Além de ser o único, acho, parido na forma de HQ.

Mas longe de ser uma simples HQ, "O Evangelho Do Coiote" é simplesmente uma das melhores HQs que eu já li na vida. E não se trata de álbum especial ou mini-série poderosa, mas de uma historinha isolada num gibi de linha. E o herói da aventura não é nenhum Batman, Homem-Aranha, Spawn ou Demolidor. É um tal de Homem-Animal. Mais segundo escalão impossível. E mesmo sendo o dono do gibi, o cara quase não dá as caras nessa história, relegado a uma coadjuvância de luxo. O grande protagonista é um coiote chamado Astuto. E o resto é história. Ou melhor, "a" história.

Grant Morrison pega o clássico coitote dos cartoons e o transforma, literalmente, em Jesus Cristo. E vai além, num conto maravilhoso que não se apóia em peripécias, superpoderes, rebuscamento, pretensão ou firulas. Descrever todas as homenagens, metáforas, referências e transgressões desta "simples" história é tarefa quase impossível, além de matar a graça de descobrir os segredinhos por conta própria.

Resumindo: se você gosta nem que seja só um pouquinho de gibis adultinhos, revire os sebos da sua cidade atrás desta pérola perdida na lama da porcariada. No Brasil, ela brilhou no número 7 de um gibi chamado DC 2000.

Postado por Nery Nader Jr às 11:54

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As mais estúpidas capas de gibi de todos os tempos.

Postado por Nery Nader Jr às 11:51

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terça-feira, abril 26, 2005


Fim.

Postado por Nego Lee às 09:25

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Letras De Música Que Eu Posto No Meu Blog (Mesmo Sabendo Que Ninguém Lê Letra De Música Em Blog, Muito Menos Comenta) Em Dose Tripla



"Azedume" (Los Hermanos)

Tire asse azedume do meu peito e com respeito trate minha dor
Se hoje sem você eu sofro tanto tens no meu pranto a certeza de um amor
Sei que um dia a rosa da amargura fenecerá em razão de um sorriso teu
Então, a usura que um dia sufocou minha alegria há de ser o que morreu

Dai-me outro viés de ilusão, pois minha paixão tu não compras mais com teu olhar
Leve esse sorriso falso embora, ou fale agora o que entendes meu penar
A lágrima que escorre no meu peito é de direito pois eu sei que tens um outro alguém
Mas peço pra que um dia se pensares em trazer-me seus olhares faça porque te convém

+

"Lágrimas Sofridas" (Los Hermanos)

Ó, minha menina bonitinha, eu te dei
Todo o meu carinho, meu aninho eu te dei
Verdes campos, flores, amarelos, furta-cor
Dei a primavera, os sete mares, meu amor

Lágrimas sofridas e feridas do meu peito
Dei minha palavra, minha honra, meu respeito
Todas as verdades e olhares que podia
É com qual coragem que você me repudia

Ó, minha menina bonitinha, eu te dei
Vida de princesa, realeza, eu te dei
No meu ombro afago preocupado de um amigo
Jóia, casa, carro, seu sapato, seu vestido

Pra você princesa dediquei a minha vida
Levo desse amor o seu rancor e uma ferida
Apesar de tudo, minha linda, não te odeio
Mas sem tua boca inclino a morte sem receio

Dei pra ti as estrelas, os peixinhos e as aves
Todas as montanhas, nas escalas, dei as claves
Todas as cancões que eu fiz, eu fiz pra ti princesa
Tudo de mais belo que encontrei na natureza

+

"Primavera" (Los Hermanos)

Primavera se foi e com ela meu amor
Quem me dera poder consertar tudo que eu fiz
O perfume que andava com o vento pelo ar
Primavera soprando pra um caminho mais feliz

Mais feliz, pois a rosa que se esconde
No cabelo mais bonito, é um grito
Quase um mito, uma prova de amor

Primavera se foi, e com ela essa dor
Se alojou no peito devagar
A certeza do amor não me deixa nunca mais
Primavera brilhando em seu olhar

E o olhar que eu guardo na lembrança
Ainda traz a esperança
De te ter ao meu ladinho numa proxima estação

Postado por Nego Lee às 09:23

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segunda-feira, abril 25, 2005


Me dá. Me dá. Me dá.

Postado por Nego Lee às 09:22

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sexta-feira, abril 22, 2005


Para não dizer que eu não falei das flores e (tentar) compensar o meu débito de posts com este bLoGhiNhU, ataco de "querido diário" e descrevo um pouco do meu dia de feriado de Tiradentes enforcado. Bem-vindo ao relato da minha trip "no sex, no drugs & no rock'n' roll". Com fotos, links e muito mais etc e tal. Eis.

*****

Claro Que É Rock - 21/04/05 - Florianópolis-SC



Então. Depois de uma (meia) semana de ouro na JWT Curitiba, fechei tudo com chave de cadeia e fui passar o dia 21 de abril, em Florianópolis. Sorte minha: ganhei uma vaga em uma promoção da 96 Rádio Rock e embarquei de grátis, com tudo pago (inclusive malmita com guloseimas saudáveis, camiseta jóiona de brinde e seguro-viagem garantido pela Coris), em uma caravana rumo ao Claro Que É Rock. Desta feita, na manhã de ontem, com 10.000g a menos que eu no TIM Festival do ano retrasado e 10.000 kW a mais, o mané que vos escreve adentrou em um confortável ônibus, guiado pelos simpáticos e simpáticas guias da agência de turismo e da própria rádio, e se mandou em direção ao paraíso na Terra que é a capital catarinense.



O pé na estrada, em si, foi meio pé no saco. O grupo sortudo e sorteado para a viagem não era dos mais animados, mas o fim justificava o meio. Nem mesmo a cerveja que eu derrubei no colo, o episódio das minhas Skol(s) roubadas da geladeira do busão e os porres dos DVDs escolhidos (um show do Rush e um filme mala com o Robert De Niro em um dos, provavelmente, seus piores papelões) conseguiram acabar com meu sorrisim. Chegando no local do festival, o El Divino Club (uma espécie de Porky's chique e aviadado cravado em algo como uma Las Vegas tropical, litorânea e tupiniquim), o pateta tratou de se desgarrar da patota logo depois da foto coletiva e antes mesmo de alguém dizer "Ei, que tal a gent...". Em segundos, estiquei o polegar e descolei uma carona para mais perto do mar, dada por um prestativo nativo chamado Vicente, que no caminho tratou de apresentar a aprovada cidade e um recusado baseadão. Gente fina.



Isso já eram umas 4 horas da tarde. Depois de uns clicks pela city, a fome deu sinal de vida e lá fui eu matar uma es-pe-ta-cu-lar seqüência de camarão com es-pe-ta-cu-la-res Bavaria(s) Premium no es-pe-ta-cu-lar restaurante Casa do Chico, de frente para a es-pe-ta-cu-lar Lagoa da Conceição. Zente, não sei se já disse, foi es-pe-ta-cu-lar. E curioso, inclusive, já que o garçom da mesa era ninguém mais, ninguém menos do que Johnny Folk, que compartilhou comigo dicas geográficas de Floripa e o endereço do seu site, que divulgo agora e aqui. De lá, dentro da minha política interna estabelecida de não gastar dinheiro com bobagens (tipo táxi) e somente com o essencial (como álcool), peguei um busão para Canasvieiras e, em seguida, outro para Jurerê e voilá: uma horinha depois e no início da noite estava de volta na porta do show.



Pontualmente, sei lá quando, subiu ao palco a primeira das bandas da night. Mal vi e ouvi, já que na ocasiã eu estava me localizando no ambiente - ok, no Universo também - e forrando os bolsos com fichas e mais fichas de Kaiser(s) Summer. Tá bom, eu confesso, de caipirinha(s) também. Devidamente paramentado, fiquei circulando pelo pedaço entre um show e outro, observando a multiplicação das ruivas lindas e cruzando com curitibanos & curitibanas aqui e ali - crazy people como a Tato e a Cléo da Master, a Gi (comigo na foto) e a Carla. Sobre os shows de abertura? Na minha humilde opinião, o mais fraquinho foi do Terminal Guadalupe e o mais fortinho foi dos Los Diaños. Até que a atração principal entrou no palco e tudo medjorou.



As bichas gringas do Placebo fizeram uma baita de uma competente e energética apresentação róquenrol. Não conhecia muitos dos caras, mas curti o pouco que lembro/ouvi. Para variar, eu, com a minha excepcional habilidade de sempre mijar na hora errada, perdi o hit "Every You Every Me" e, probably too, a bela cover da smithniana "Bigmouth Strikes Again". Mas dá nada. O que importa é que o Banco Real dá 10 dias sem juros no cheque especial e que o HSBC dá crédito imediato para eu cobrir o rombo na conta do que eu bebi.



Fim do bis, sabe Deus em que horário da madruga, e tuda munda de volta ao bamba para o retorno ao lar. Desmaiei em tempo recorde, ronquei muito na mesma velocidade e só fui acordar na velha e boa Curitiba nublada de guerra, em plena Avenida das Torres, coincidentemente a poucas quadras de casa. Desci, cheguei, me banhei, mimí e agora estou aqui, contando tudo para vocês aí. É isso. E c'est fini. ; )

Postado por Nego Lee às 18:01

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Os monstros atacaram a mulher de cabelo vermelho, e passaram a comê-la, longe do sentido bíblico e pertinho do sentido canibal da coisa. E como antropofagia pouca é bobagem, a garota que passeava pela calçada do outro lado da rua também tombou e virou sobremesa, já que da primeira pouco sobrou para contar a história. Mas antes que você acuse tais seres horripilantes de machistas, por paparem apenas beldades femininas, vale dizer que sobrou também para o zelador do edifício em frente ao banquete.

Mas de onde surgiram tais demônios canibais? E qual a razão de tal fome carnívora? Calma, que eu já vou saltar para o passado, apresentando assim uma narrativa um tanto quanto ousada, que vai e volta no tempo só para confundir o leitor desatento.

Mesmo sem esfumaçamento típico de flashback nem recordatório tosco dizendo "10.000 A.C.", nos vemos jogados em outro cenário e o tom sépia otário revela que estamos no passado, tipo década de 50, a julgar pelo carro com traseira rabo-de-peixe e pelos trajes "nos tempos da brilhantina" do casalzinho pré-malhação – pré-malhação que no caso não evidencia nenhum prelúdio do programa tosco das tardes globais, mas o momento que antecede o que os dois pombinhos fariam logo mais, não pousasse quase em frente ao carro deles um disco-voador incandescente. Nem vou dizer que lá de dentro saltaram dois ou três monstrengos iguais aos do início da história. E nem vou falar também do triste fim do casalzinho rockteen.

Mas então e não mais que então vejo você se perguntando como é que aqueles monstros de 50 anos atrás só agora voltaram a atacar como aos nossos pais? E eu lhe digo apenas: olhe outra vez. Você verá que no começo da história eu não a situei espaço-temporalmente. Assim, você descobre que o tal ataque lá de cima não aconteceu havia mais tempo do que um dia ou dois depois dos monstrengos chegarem lá de Marte. E então vem você dizendo que, se tudo se passa no passado, então algo de errado deve ter acontecido com os come-gente, senão eu não estaria aqui contando esta história pra você.

Tem razão. Agora seria a hora de introduzir (ops!) o herói do esquema, mas não estou com o menor saco, então deixo os monstros comerem mais um punhado de gentes antes de colocá-los de volta no disco-voador para que possam fazer a digestão à base de estomazil, pelo menos até o momento em que um arroto mais exagerado gera um pequeno mal-entendido entre os come-gente, enquanto a nave reluzente cruza o antártico continente. E eis que o fecha-pau entre as criaturas do mal vindas do espaço sideral desestabiliza o reator principal e "plosh" - o disco cai no oceano glacial virando em segundos um picolé monumental (preciso parar com essas rimas idiotas).

Agora sim, com direito a recordatório e tudo, temos um longo plano geral do continente austral, onde surgem caracteres bonitinhos, tipo letra por letra sendo digitada, revelando algo do tipo "o tempo presente", ou simplesmente "hoje", e depois mais alguma explicação pseudo-científica sobre o efeito-estufa e o descongelamento dos pólos.

Corta pro Amir Klink num barquinho. Um disco-voador semi-congelado emerge do oceano. O aventureiro solitário desce até a cabine, pega o rádio para pedir socorro, mas antes disso, solta um grito de horror. O plano abre e percebemos que um monstro horripilante cravou os dentes na sua panturrilha (na sua não, na do Amir). O homem que já ficou cem dias entre céu e mar, e que agora está entre a vida e a morte, olha para você (é, você mesmo) e gagueja: "Cui... cuidado... o pró... próximo pode ser... você". A tela sangra. Sobem os créditos e você descobre que o único responsável por toda essa baboseira sou eu, mas antes que você possa se levantar da cadeira, desejando estar do meu lado para poder me dar uns merecidos cascudos, alguma coisa faminta quebra o vidro da sua janela.

Postado por Nery Nader Jr às 16:23

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quarta-feira, abril 20, 2005




Postado por Nego Lee às 09:31

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segunda-feira, abril 18, 2005


A Cura



O pulso ainda pulsa, pensou ele enquanto tossia. Ou enquanto apodrecia.

Quantos anos na mesma cama? Não saberia dizer. Quantos colegas de quarto viu bater no teto enquanto corpos sem vida ficavam para trás? Mais do que saberia contar. Quantas vezes apertou a campainha na última meia hora? Mais do que gostaria. E no entanto, nada. Nenhuma enfermeira pra ministrar a extrema unção de qualquer analgésico poderoso.

Alguma coisa aconteceu. Mas o que aconteceu? Não sabe. Mas sente.

Enfim descobre. O silêncio aconteceu. O silêncio que nunca antes fora ouvido naquele lugar. Sempre havia alguém gritando no quarto ao lado. Uma sirene rasgando a noite. Passos mais fortes, vários. Alguém pedindo um desfibrilador que nunca chegava. E que ele nunca soube o que era.

Mas agora... nada. Silêncio apenas. Melhor dormir com dor. Quase sem dor agora, na verdade.

Luz. Dia. Silêncio.

E medo. Medo terrível do abandono total. Aperta o botão da campainha com mais força. E nada. O pulso ainda pulsa, pensa ele olhando para seu braço magro. Mas ninguém mais parece interessado.

Uma guerra talvez. Mas assim, tão de sopetão? Epidemia então? Ou evacuação?

Cansado de pensar quase nem notou sua cabeça roçando o teto. O teto?

A morte chegara, enfim. Mas ao olhar para a cama não viu seu corpo inerte lá embaixo. Nem mesmo lençóis desarrumados. Nada.

Por enfim entendeu que já estava morto há tempos. Era um fantasma, agora. Um fantasma doente. Precisando de cuidados urgentes. Senão poderia... o quê? O que poderia acontecer? Estava morto, não estava? Morto. Torto. Assombrando um hospital vazio.

Então, finalmente, tomou o medicamento certo. Tomou consciência do que era. E deixou de sê-lo. Estava curado.

Postado por Nery Nader Jr às 15:55

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sexta-feira, abril 15, 2005


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Postado por Nego Lee às 12:24

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quarta-feira, abril 13, 2005


Bom dia. Meu heterônimo é William Wilson e eu estou há uma semana sem. Sem postar, que fique bem claro. Meu pecê pifou-se-se.

Postado por Nery Nader Jr às 09:51

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segunda-feira, abril 11, 2005


Bom dia. Meu nome é Alexandre e eu estou há uma semana sem.

Postado por Nego Lee às 09:12

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sexta-feira, abril 08, 2005


Teste.

Postado por Nego Lee às 15:58

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quinta-feira, abril 07, 2005


O Primeiro Gif Animado (Que A Gente Postou Na Vida - E Agora Posta De Novo Cá No MZ - E Não O Primeiro Gif Animado Que A Gente Fez, Já Que O Único Do Blog Animado E Capacitado Para Fazer Gif Animado É O WW) A Gente Nunca Esquece




Postado por Nego Lee às 08:51

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quarta-feira, abril 06, 2005


Fique Por Dentro



Na penúltima Kapow (do site Herói), o Roberto Sadovski reclama do bombardeamento de informações a respeito de filmes (e de todo o resto do caldeirão pop) e de como nós nos tornamos viciados em drops diários a respeito de tudo o que nos interessa (e a respeito de tudo o que não nos interessa também). É óbvio que, hoje em dia, até mesmo as estratégias de divulgação de qualquer filmeco envolvem o "vazamento" gradativo de informações: uma arte conceitual aqui, uma foto de bastidores ali, um segredo obscuro da produção acolá. E o trailer. E o depoimento do supervisor de dublês. E os vídeos pseudo-amadores que pipocam no blog do diretor do filme (como andam fazendo Peter Jackson e Bryan Singer).

E de repente as expectativas se tornam gigantes. E nem notamos que sabemos demais de tudo que vai acontecer nas telas para que nossas expectativas sejam alcançadas ou, quiçá, superadas.

Tanto que hoje é difícil você entrar no cinema para ver uma superprodução, ou mesmo uma produção meia-boca, só com o trailer do filme como referência. Até por isso, quando fui ver "Robôs", fui surpreendido pelo trailer de "Chicken Little". Eu não tinha lido nada a respeito do filme, a ponto de achar os personagens e a história com cara de Warner, e não com cara de Disney. E o trailer, por si só, me deixou com vontade de ver o filme. Coisa rara. E boa. E até meio nostálgica.

Mas o pior de tudo vem agora, bem na hora da minha constatação final: não tem volta. Estamos mesmo viciados em informação. E paciência, então. Ou melhor, paciência não, já que a internet está aí para despejar mais algumas noticiazinhas antes do filme (qualquer que seja ele) estrear.

Postado por Nery Nader Jr às 11:38

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Sin City en otras manos.



(Na imagem: Kill, Bill!!!)

Postado por Nego Lee às 00:11

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terça-feira, abril 05, 2005


Pra Frente, Brasil!



Você já deve ter reparado que entre os cardeais mais bem cotados para a sucessão papal estão um brasileiro e um argentino.

Pois é. O jeito agora é vestir a camisa canarinho e torcer muito, porque brasileiro que se preza não admite perder pra Argentina nem em final de campeonato de escolha de Papa.

Postado por Nery Nader Jr às 18:19

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segunda-feira, abril 04, 2005


Agradeço a São Bernardino de Sena uma das graças alcançadas.

Postado por Nego Lee às 22:14

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sexta-feira, abril 01, 2005


Este blog morreu.

Postado por Nery Nader Jr às 10:32

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O MegaZona É Um Blog Feito À Quatro Mãos Por Nego Lee & William Wilson E O Melhor Site De 2005 Segundo Fernanda Takai (Pato Fu)!

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