quinta-feira, abril 20, 2006


Eles vão estar entre nós.
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Oh, no! Not you again!!!
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Hã? Estes carinhas aqui?

Postado por Nego Lee às 09:58

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quarta-feira, abril 19, 2006


CD - Lançamentos (Lançamentos?)



"Strange Days" (The Doors) - 1967

Sem bichice: eu sempre amei The Doors. Jim Morrison era de foder. Fiz o meu primeiro trabalho da faculdade sobre a obra do cara. Usava direto uma camiseta com a fuça do Rei Lagarto. Assisti ao filme do Oliver Stone na pré-estréia no Cine Plaza. Visitei o túmulo do vocalista na única vez que fui a Paris. Tinha fitas com toda a discografia da banda, até mesmo as chatas sessões de poesia recitadas pelo tal. Já li mais de uma biografia do cantor, inclusive uma curiosa versão de Portugal encontrada num sebo por aí. Enfã, um fã. Sem bichice.

E embora o melhor álbum do grupo de Jim Morrison, Ray Manzarek, Robbie Krieger e John Densmore seja o de estréia, o meu preferido sempre foi o lançamento seguinte, "Strange Days". E por que resolvi falar disso hoje? Porque dia desses, depois de muito e muito tempo sem escutar nada da banda, a minha filha escolheu a dita cuja bolachinha para saborear comigo no carro, enquanto eu levava a baixinha para a escola. Eu sei que ela pode ter pinçado o CD por causa do circo na capa. Mas o pai dela prefere pensar que foi mágica mesmo.

Mágica porque, em plenos dias estranhos de 2006, num momento da vida em que eu precisava bastante de algo para me fazer bem, voilá: lá vem um importante elemento de bons tempos realizar este papel por mim. Relaxe que eu não vou divagar sobre cada uma das faixas ou ficar elogiando tudinho tim-tim por tim-tim. Mas só vou dizer uma coisa: o disco é tão bão que só agora, quase 40 anos após seu nascimento (e mais de 30 anos do meu), eu fui notar que até os nomes dos hits, quando lidos em ordem, formam um poema. Duvida-ô-dó? Sinta só:

"Strange Days"
"You're Lost Little Girl"
"Love Me Two Times"
"Unhappy Girl"
"Horse Latitudes"
"Moonlight Drive"
"People Are Strange"
"My Eyes Have Seen You"
"I Can't See Your Face In My Mind"
"When The Music's Over"

Aliás, falando em "When The Music's Over", amo muito tudo essa música que nem sei porque eu não inclui tal canção aqui. Sei lá mesmo. Só sei que foi bom para mim.

Foi bom para você?

Postado por Nego Lee às 10:03

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Da lata!

Postado por Nery Nader Jr às 09:32

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terça-feira, abril 18, 2006


Nada



Sabe aquele texto que eu estava lhe devendo? Vou ficar lhe devendo. A verdade é que não sei bem o que está acontecendo. Até achei papel em branco, mas não consegui sujá-lo com nada que prestasse. Então abandonei a tinta azul da velha bic roída e acionei os meus dedos, coitados, para digitar algo mais apresentável. Nada de novo de novo. Nada de nada. E o pior de tudo: eu já sabia do nada. Ou esperava o nada. Entressafrei, acho. E por isso ficarei/ficaremos por isso mesmo. Certo?

Postado por Nery Nader Jr às 18:19

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Postado por Nego Lee às 00:03

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segunda-feira, abril 17, 2006


Absurdo!



"Minhoca, minhoca, me dá uma beijoca.../ Não dou! Não dou!/ Então eu vou roubar.../ Minhoco, minhoco, você é mesmo louco: beijou do lado errado... A boca é do outro lado!".

Humilhação, submissão, ausência de amor próprio, egoísmo, desonestidade, abuso, desrespeito, impunidade, insanidade, ignorância e perversão. Que valores as músicas infantis de hoje em dia estão ensinando para as nossas crianças? É o fim dos tempos!

Na próxima semana, a homossexualidade e otras cositas más de "Atirei O Pau No Gato".

Postado por Nego Lee às 09:43

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quinta-feira, abril 13, 2006


Kill Bunny.

Postado por Nery Nader Jr às 16:15

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Bala



Semáforo fecha.

Na minha traseira, com todo respeito, um gordão em um automóvel importado. Eu vejo pelo espelho. Tipo racista paulista, alla Hugo Possolo na peça "Prego Na Testa". Daqueles que murmura sozinho quando a criança coloca doce à venda no retrovisor: "Ei, está pensando que meu carro é vendinha?!?". Sabe? Sei que sabe.

No meu lado, a criança coloca doce à venda no retrovisor.

Na minha frente, uma gordinha em um carro popular. Eu olho pelo pára-brisa. Tipo tia mais velha, talvez encalhada, quiçá vovozinha. Daquelas que teme tudo que se move em volta do veículo. A tal mira com dó quando a criança coloca doce à venda no retrovisor. Compra? Não compra? Raciocina, fuça na bolsa e diz que sim: abre o vidro e dá dinheirim. Bala para ela.

Minha vez: compro. R$ 1,00. Investir em cárie é fácil. Bala para mim.

Vez do homem: não compra. Reclama do abuso. Solta o grito: "Sai!". A criança puxa o berro: "Bam!". Bala para ele.

Semáforo abre.

Eu acelero e a vida anda.

Postado por Nego Lee às 10:07

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quarta-feira, abril 12, 2006


"Espíritos - A Morte Está Ao Seu Lado" (Banjong Pisanthanakun e Parkpoom Wongpoom)



Mete meda.

E não é esta a principal intenção de um filme de terror?

A história pode não ser sensacional (e tem mesmo alguns bons buracos), os atores podem não segurar a onda o tempo todo (e não seguram mesmo) e algumas aparições podem soar forçadas (principalmente no final). Mas o filme mete meda. Muita meda.

A manipulação dos clichês terroríficos é perfeita. O filme tem clima, tem sustos e tem momentos de gelar a espinha.

Não é elegante como um "O Iluminado" nem imbecilizante como um "Amigo Oculto".

Simplesmente mete meda, como há tempos eu não sentia no cinema. E só por isso já vale a pena.

Postado por Nery Nader Jr às 16:44

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Elvis Presley 50's



O título deste post é o nome de uma fita minha gravada (a partir de vinis do meu irmão) só com hits do Rei do Rock no início da carreira. Confira a lista das músicas na imagem deste post (reproduzida aqui diretamente da capa da recém-encontrada fita) e note como o cara já era espetacular antes mesmo de entrar na década de 60. Na época em que eu gravei a já citada fita - final dos anos 80/início dos anos 90 - as canções já eram mais velhas do que eu sou hoje. Mas permanecem atuais, fortes e, sobretudo, vivas. Como nunca. Como eu. : )

Postado por Nego Lee às 10:06

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terça-feira, abril 11, 2006


Banho E Tosa VI



Wolverine, Coringa, Eddie Munster e Playmobil. Cada vez que o meu cabelo fica comprido, fica pior. Desta vez está igual ao do Egon, dos Caça-Fantasmas. If there's something strange with you haircut...Who you gonna call?

Postado por Nery Nader Jr às 16:08

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Oração Do Dia

"Ando devagar, mas nunca ando para trás." (Abraham Lincoln)

Postado por Nego Lee às 10:00

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segunda-feira, abril 10, 2006


Alan Moore é uma besta?

Postado por Nery Nader Jr às 15:47

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"V De Vingança" (James McTeige)



(Atenção: contém spoilers.)

Já não sou mais tão xiita a ponto de repudiar uma adaptação cinematográfica simplesmente por conta da falta de fidelidade para com os quadrinhos que lhe serviram de modelo. Afinal, uma coisa é uma coisa e outra coisa é outra coisa. O mais importante é a qualidade do filme em si. E a sua capacidade de existir como obra isolada.

"V De Vingança" tem suas qualidades enquanto cinema. E consegue andar (bem) com suas próprias pernas. Justamente por isso e aquilo ele merece ser visto.

Obviamente, o meu apego à obra de Moore e Lloyd, declarado no meu post anterior, torna mais difícil a dissociação. E inevitável a comparação. O filme perde em várias passagens. A captura e "lobotomia" de Protero no gibi são incrivelmente mais cinematográficas (com direito a abordagem de trem em movimento e morte de policias com as próprias mãos) do que o assassinato do mesmo no filme. A ausência do computador Destino e a descaracterização do líder Susan - Sutler (John Hurt) no filme - paradoxalmente enfraquecem um dos bons vilões da história, que no gibi se mostra mais falível, fraco e paranóico e, por isso mesmo, mais assustador. Queria ainda que a seqüência envolvendo o bispo Lilliman - praticamente igual a dos quadrinhos, inclusive com diálogos idênticos - mantivesse o desfecho completo, com a hóstia de cianureto e o diálogo sobre transubstanciação.

Em contrapartida, outras seqüências são primorosas e merecem destaque. Na tortura de Evey parece que usaram os desenhos de David Lloyd como storyboard. A história de Valerie permaneceu bonita e tocante. Desnecessária mesmo só a chuva como lágrima de Deus. Mas o sentido da tempestade como purificação/batismo manteve-se inalterado. E emocionante.

As tais liberdades não me incomodaram tanto. Evey tornou-se mais interessante justamente por ser mais pensante no filme do que na HQ. E por ser a Natalie Portman, claro. A multidão mascarada deixou uma mensagem mais otimista (e simplista, é verdade), mas nem por isso incômoda.

Incômodo maior eu senti na ausência de explicações para a fuga/destruição de Larkwill. Mais 5 minutos do diário de Delia resolveriam isso a contento.

Já a alusão a um romance entre V e Evey realmente descaracterizou um pouco o primeiro personagem. Temos ali uma tentativa de humanização de quem na HQ é muito mais inflexível, obcecado e premeditado em suas atitudes. O romance é desnecessário e tolo, mas a tentativa de resgatar alguma humanidade em V, não.

Tecnicamente, algumas coisas me incomodaram. Acho que o clima do filme seria mais interessante se a direção de arte fosse um pouco mais retrô. Algo semelhante a de "1984" (o filme). Talvez também se a fotografia apagasse um pouco mais as cores, seguindo o colorido pastel dos quadrinhos.

O elenco está a contento. Hugo Weaving faz um V tão intrigante, apaixonante e melodramático em suas citações e teatralidades quanto o V dos quadrinhos. E com um fiapo maior de humanidade. Natalie Portman tem a presença (e personalidade) que a Evey dos quadrinhos demora para apresentar. E Stephen Rea consegue expressar toda a desilusão do seu Finch sem contar para isso com as breves referências às tragédias pessoais que aconteceram em sua vida (no gibi).

Com muitos prós e contras, no saldo final o filme se revela mais (e melhor) do que um simples blockbuster por manter a discussão dos quadrinhos sobre liberdade, manipulação, fins que justificam (ou não) os meios e outras polêmicas afins, vitais tanto em tempos de Margareth Thatcher quanto de George W. Bush.

Postado por Nery Nader Jr às 15:16

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A vingança do pai de "V".

Postado por Nego Lee às 10:02

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domingo, abril 09, 2006


Letras De Música Que Eu Posto No Meu Blog (Mesmo Sabendo Que Ninguém Lê Letra De Música Em Blog)



"Hino Do Paraná Clube" (João Arnaldo/Sebastão Lima)

Paraná, já nasceste gigante
És o fruto de luta e união
Tens a força, o arrojo, a imponência
E o poder da realização

Nas três cores do teu estandarte
Tão altiva está a gralha azul
Que plantou neste solo tão fértil
Esta grande potência do sul

Meu Paraná
Meu tricolor
Teu pavilhão simboliza em cores tão vivas
A garra e o amor

Meu Paraná
Meu tricolor
Eu sou a camisa doze que tanto te ama
Sou teu torcedor

Tua origem coberta de glória
É que faz teu imenso valor
Teu destino é vitória, vitória
Salve o meu esquadrão tricolor

Paraná, és guerreiro valente
E do esporte a maior razão
Verdadeira alegria do povo
Paraná, clube do coração

Postado por Nego Lee às 18:02

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sexta-feira, abril 07, 2006


"V De Vingança" (Alan Moore E David Lloyd)



Não é o filme. Ainda.

É o gibi. Mesmo sabendo que "gibi" reduz e infantiliza o vasto universo dos quadrinhos, tenho um grande apreço pela palavra. E faço uso dela a torto e a direito. E gosto. E pronto. De volta ao gibi, então. Ou melhor, à gibiografia.

"V De Vingança" é, para mim, a melhor obra dentro da vasta e ótima gibiografia do excelente Alan Moore. Sei que "Watchmen" é mais redondinho, explorando melhor as referências, as elipses, a metalinguagem e o caralho a quatro. Sei que "A Piada Mortal" é a história definitiva do Batman contra o Coringa. Sei que "O Monstro Do Pântano" é um dos melhores quadrinhos seriados que eu já li. Mas "V De Vingança" sempre falou comigo de forma mais profunda e emotiva. Talvez pelo tema da luta de um homem (ou idéia) contra o totalitarismo, qualquer que seja ele. Talvez pela defesa escancarada (e até ingênua) do anarquismo. Talvez pela miríade de sentimentos explorados, ou pela trama intrincada, ou pela dosagem perfeita de ação (e super-heroísmo, por quê não?), entremeada por diálogos cortantes, elucubrações sinceras e referências mil. Talvez pela permanência do mistério da identidade de V, a despeito da quantidade de pistas que a obra apresenta (e que aumentam - e nos confundem ainda mais - a cada releitura). Talvez ainda pela adequação perfeita do traço sóbrio, sutil, nostálgico e detalhista de David Loyd às idéias revolucionárias de Moore, tudo isso sem se valer de onomatopéias e clichês quadrinísticos. Talvez por tudo isso e mais um pouco, sendo o "mais um pouco" um treco indefinível que nos faz ter apreço por isso e não por aquilo.

E o filme, será que fará jus a obra? E será que eu, sendo tão fã da HQ, vou conseguir engolir as mudanças do roteiro?

Sei lá. Talvez sim, já que estou mais maleável com relação às liberdades adaptativas. Só sei que existem cenas que não podem faltar. E elas são muitas. Por isso, vamos esperar mais um pouco pra ver.

Até segunda então, com a resposta para esta questão. Se bem que o Questão é de outro gibi.

Postado por Nery Nader Jr às 15:54

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Mano Velho



Um tempo em que tratar os dentes não tem sentido, mas tudo que você faz é cultivar o sorriso. A cabeça só pensa em fazer bem para o peito, mas é o feeling quem cuida disso, tanto para próprio si quanto para outrem, assim.

Uma época em que enxergar à frente ocupa tantos segundos da vida quanto olhar para trás - e mesmo assim os olhos não saem do aqui e agora.

Uma idade em que você não se importa em sair de pijama na rua.

Sim, eu descobri a roda: a velhice é uma infância ao revés.

Postado por Nego Lee às 11:01

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quinta-feira, abril 06, 2006


Preocupante: ainda não tenho nenhum post para amanhã.

Postado por Nery Nader Jr às 17:45

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Workchopp: hoje again.

Postado por Nego Lee às 09:29

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quarta-feira, abril 05, 2006


Dizem por aí que a melhor coisa no Oscar deste ano rolou no intervalo.

Postado por Nery Nader Jr às 11:18

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; )

Postado por Nego Lee às 10:49

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terça-feira, abril 04, 2006


Cognatas



Trechos de canções em inglês que mais parecem português, oh pá! Algumas forçam a barra feio, mas outras, como "a minha maionese", "roubaram minha Skol" e o Bob Marley confessando que "vou ter que trabalhar" são hilárias. Tem até o clássico "fiz dois gol". Só faltou mesmo o "fudeu esse cabacinho" presente na canção "Mamma Mia", que eu não sei (ainda bem) quem canta.

Gostou de outra da lista? Qual?

Link surrupiado do Inagaki.

Postado por Nery Nader Jr às 11:19

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Happy Birthday?



Hoje completam doze meses que eu estou no meu trabalho atual e que muita coisa mudou em meus dias. O primeiro ano do resto da minha vida.

Postado por Nego Lee às 10:07

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segunda-feira, abril 03, 2006


"A Era Do Gelo 2" (Carlos Saldanha)



Eu poderia dizer que o roteiro do primeiro era melhor, que o visual mais estilizado (por limitações técnicas mesmo) era mais bonito, e que essa seqüência só repete e acentua situações e características marcantes de cada personagem, mas o fato é que passar uma divertidíssima hora e meia junto com o seu filho, rindo alto e ouvindo ele escolher, a cada cinco minutos, um novo protagonista para "ser", pede mesmo é a máxima daquele cartão de crédito: não tem preço.

Na realidade, a partir do momento em que temos filhos, passamos a ver os filmes infantis com outros olhos. Passamos a vivê-los junto com os pequenos de um jeito antigo e maravilhoso que remete de verdade à nossa infância. Em outras palavras, a gente vê estes filmes como criança. Com menos defeitos e mais magia. Com menos detalhes e mais alegria. Com menos preciosismo e mais divertidismo. E quer saber? É bem melhor ver filme infantil assim.

É bem melhor rir alto e atabalhoadamente do Scrat, que consegue ser tão atrapalhado e divertido quanto o Wile E. Coyote. É bem melhor reencontrar o Manny, o Sid e o Diego do mesmo jeito que criança reencontra os amigos de escola depois do fim de semana: como se décadas tivessem se passado. É bem melhor se deixar levar pela história leve e simples e bonita e capaz de mesclar aventura, drama, comédia e poesia da mesma forma homogênea e misteriosa com que se mesclam muitas cores de massa de modelar numa única bola. Uma bola grande, meio ressecada e de cor inominável que sintetiza alguma coisa maravilhosa que eu não sei bem o que é, mas que com certeza é diversão garantida para qualquer um que não tenha crescido ainda.

Postado por Nery Nader Jr às 16:21

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The end.

Postado por Nego Lee às 04:44

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