quarta-feira, maio 31, 2006


Férias pra mim a partir de amanhã. MZ só com WW até sei lá quando. Bom relax pra todos nós. Até. ; )

Postado por Nego Lee às 12:01

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terça-feira, maio 30, 2006



Postado por Nery Nader Jr às 15:34

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segunda-feira, maio 29, 2006


"X-Men: O Confronto Final" (Brett Ratner)



É mais comum nos quadrinhos: um certo autor abandona um certo título e um certo sucessor trata logo de imprimir o seu "estilo pessoal". E assim, acaba por descaracterizar o que vinha sendo feito.

Se o trabalho anterior era um lixo, a mudança é bem acolhida. Do contrário, lamenta-se a debandada do antigo criador.

No cinema isso não é assim tão freqüente, mas é claro que a dança das cadeiras de diretor também pode gerar mudanças estilísticas em continuações cinematográficas.

Ainda bem que Brett Ratner não é um autor no sentido mais estrito da palavra. Pro bem e pro mal, ele se revela um pouco menos do que isso. Pro bem, porque assim ele não se vale de delírios prima-donísticos para tentar reinventar a tão bem-sucedida série. Pro mal, talvez só pela falta de um quê mais pessoal.

Mas nada que faça tanta falta assim. "X-Men: O Confronto Final" não é uma obra-prima como "X-Men 2", mas em muitos aspectos é superior ao primeiro filme.

Primeiro, por ser 100% quadrinhos, com direito a muita grandiosidade, tanto a megalômana do Magneto quanto a destruidora da Fênix. O pau come solto, mas nem por isso Brett Ratner deixa de apresentar uma bela história, ou duas, no caso. O importante é que as duas surgem bem amarradas, sem que as tramas se atropelem ou pareçam confusas. É certo que alguns personagens ficam em segundo plano, mas isso vem acontecendo desde o primeiro filme.

Como sempre, Wolverine, por conta da sua enorme popularidade, tem destaque garantido. E continua selvagem (ainda bem), como na invasão da base mutante na floresta. Tempestade ganha mais presença e personalidade, e isso é legal. Vampira fica em segundo plano, mas confesso que não me incomodei com isso, ainda mais com a Kitty Pride ocupando (muito bem) este espaço. O Anjo não faz muita coisa, mas eu nunca gostei muito dele. Já o Fera é tudo aquilo que eu esperava do Fera. E, pra variar, o Ciclope passa batido, ainda que seja dele a melhor linha de diálogo, justamente para o seu grande rival na disputa pelo amor da Jean Grey.

Muita gente achou o filme curto. Eu achei de bom tamanho. Aliás, achei que coube muita coisa boa nesse espaço. E sem atropelos. A tensão racial, explorada nos outros filmes, tornou-se mais explosiva com a divulgação da tal "cura" mutante. E aqui as analogias foram além, mostrando a típica política dos americanos de se auto-proclamarem "curandeiros do mundo", forçando o remédio goela abaixo das pessoas/nações dissidentes. Sobra espaço ainda para o suspense, que começa numa bela cena no Lago Alkali, quando Wolverine e Tempestade caminham num quase universo paralelo, e culmina na melhor seqüência do filme, na casa dos pais de Jean Grey, onde a tensão ganha contornos realmente antológicos.

Outra coisa legal é a ausência daquele sentimentalismo bobo na hora de matar os heróis (alguns morrem, tá?). Nada de salvar a pátria e depois morrer, lentamente, nos braços de outro, balbuciando palavras heróicas. Massa isso.

Se a cine-série realmente acabou, pelo menos não foi de forma melancólica, mas em grande estilo.

E por falar em fim, devo avisar que o filme tem uma cena rápida logo (logo?) depois dos longos créditos. E vale dizer que ela não está lá gratuitamente.

Postado por Nery Nader Jr às 18:26

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quinta-feira, maio 25, 2006


Neo versus Robocop.

Postado por Nery Nader Jr às 18:02

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quarta-feira, maio 24, 2006


Nas picapes: Darth Vader?

Postado por Nery Nader Jr às 17:30

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terça-feira, maio 23, 2006


"O Código Da Vinci" (Ron Howard)



Então quer dizer que o maior segredo da história da humanidade é uma mulher?

E desde quando mulher sabe guardar segredo?

Partindo desta premissa, já dá pra perceber que "O Código Da Vinci" não pode mesmo ser levado a sério. Mas afinal, quem quer levar o filme tão a sério assim? Ao que parece, só a igreja. E ela deve mesmo ter muitos esqueletos guardados no armário pra se preocupar tanto assim com a inocuidade desta película.

Não que o filme seja ruim. Basta você ir ao cinema como eu, sem grandes pretensões, apenas disposto a ver mais um thriller conspiratório legal, mas que não foge à regra e nem fica acima da média. Porque em essência é somente isso que "O Código Da Vinci" é.

Eu não fui ao cinema por conta da polêmica, porque polêmica não faz bons filmes, apenas boa publicidade para os filmes.

Também não fui por conta do livro, que eu não li e nem quero ler.

Tampouco fui por conta da direção de Ron Howard, que eu acho bem fraquinha, mas que aqui pelo menos consegue ditar um ritmo decente.

Nem fui por conta do hype nem das críticas negativas nem da recepção fria em Cannes.

Fui mesmo pra tentar me divertir com uma produção milionária, bem realizada, com algumas seqüências caprichadas, boas cenas de impacto (a melhor delas literalmente de impacto), belas locações, um elenco legal (Ian McKellen manda muito bem, como sempre; Tom Hanks não tem muito o que fazer; Jean Reno compõe um belo personagem; Paul Bettany também; e Audrey Tatou faz cara de Amélie Poulain e nada mais do que isso) e só.

Os maiores defeitos são as longas explicações, com desnecessários flashbacks históricos (que exibem o mesmo visual azulado-estourado dos flashbacks pessoais), e as inconsistências do roteiro, que devem fazer o filme desmoronar numa revisão por conta daqueles planos mirabolantes que necessitam de um funcionamento matematicamente preciso para darem certo. Ou, em outras palavras, forçam a barra. Sem falar que os últimos 20 minutos são bem anticlimáticos e chatinhos para um final de filme deste porte.

Mas se você não está numa fase exigente, o filme até que dá uma diversão decente. Mas é claro que não Da Vinci (desculpe, mas eu não podia deixar passar essa oportunidade).

Postado por Nery Nader Jr às 15:30

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sexta-feira, maio 19, 2006


Os Melhores Filmes Da Década De 80 - 2º Eu



A Liga Dos Blogues Cinematográficos vai publicar, na próxima segunda-feira, a partir das 23 horas, a Lista Dos Melhores Filmes Da Década De 80. Eu, como membro ativo (opa!), não pude me abster de votar (na verdade até poderia, mas que graça teria?). E agora aproveito para postar a minha listinha pessoal. Já aviso que vai ser um longo post, repleto de reminiscências, comentários e justificativas - afinal, uma penca de filmes queridos ficaram de fora. Cada membro (opa!) deveria listar, em ordem de preferência, os seus 20 favoritos da década. Aqui eu dobro a aposta e coloco os meus 40, para que nenhum filme fique triste. E mesmo assim sei que continuam existindo grandes ausências e discrepâncias. Sem falar nos fundamentais que eu não vi, como sempre.

O trabalho foi árduo e, como gosto de dizer, agridoce. À exceção dos 5 primeiros, que se encaixaram facilmente nos seus lugares, o restante se viu no meio das tais brigas de foice no escuro. Foi um tal de sobe-e-desce pra cá e tira-bota-deixa-ficar pra lá que ao final eu já nem mais sabia direito o que fazia. Ao contrário da Lista dos 90, bem mais racional, até pela proximidade temporal, na Lista dos 80 a memória afetiva foi capaz de pregar peças mais complexas. Afinal, quais filmes deveriam entrar? Aqueles que eu vi só na época, com o olhar da época, e que agora sei (ou sinto), mesmo sem revisões, que se tratam de obras cinematográficas inferiores e por vezes até simplórias? Ou aqueles que surgiram maiores em um segundo ou terceiro olhar? Ou ainda os que eu só vi bem depois da década passar? Realmente eu não sei. Mas acho que consegui fazer uma miscelânea divertida das três vertentes. Optei ainda por deixar os mais descartáveis de fora, até porque 10 deles já encabeçaram outra lista bem mais específica. E, ao contrário da Lista dos 90, esta vem de trás pra frente, em ordem decrescente e por isso mesmo bem mais emocionante. Até parece.

Mas antes de começar, nada melhor do que falar das ausências. Não digo ausência pela obscuridade, tipo aquele filme cazaquistanês que ninguém viu, mas pela obviedade da obra. Coloquei de lado muitas película que gosto mas que, convenhamos, não são ótimos filmes na acepção da palavra. Como exemplo cito as comédias adolescentes românticas, como "Gatinhas E Gatões" e afins, ou as maliciosas, tipo "Porky's". Não entraram também bons suspenses e terrores como "A Hora Do Espanto", "Um Lobisomem Americano Em Londres", "A Morte Pede Carona", "O Corte Da Navalha" ou "A Hora Do Pesadelo". Mas é que senão a lista ficaria com mais de 100 títulos. De alguns diretores eu pincei um filme em detrimento de outros. Por isso, nada de "Harry E Sally - Feitos Um Para O Outro", "Não Matarás", "Paris, Texas", "Nascido Para Matar", "Pink Floyd The Wall", "O Homem Elefante", "Scarface", "Os Intocáveis" ou "Vestida Para Matar", até porque o De Palma emplacou dois na lista oficial, o que prova que esta foi a década dele. Faltou Scorcese, mas confesso que precisaria rever seus filmes do período, porque na época nenhum deles me pegou pra valer (e sei que devo estar cometendo um pecado aqui). Faltaram ainda o "Akira", os filmes dos irmãos Coen, "Conspiração Tequila" (eu gosto, tá?), "The Toxic Avenger", "Robocop", "Terror Na Ópera", "Cliente Morto Não Paga", "Drugstore Cowboy", "Alvo Duplo" e "A Rosa Púrpura do Cairo". De qualquer maneira, não são filmes esquecidos, tanto que estão aqui. Pior sina tiveram aqueles que minha memória e anotações vilipendiaram por pura incompetência. Paciência. E vamos logo ao que interessa:

40) "O Retorno De Jedi" (1983), de Richard Marquand
39) "Fuga De Nova York" (1981), de John Carpenter
38) "O Filme De Nick" (1980), de Win Wenders e Nicholas Ray
37) "Videodrome" (1983), de David Cronenberg
36) "O Fio Da Navalha" (1984), de John Byrum
35) "Veludo Azul" (1986), de David Lynch
34) "O Selvagem da Motocicleta" (1983), de Francis Ford Coppola
33) "A Testemunha" (1985), de Peter Weir
32) "Monty Python - O Sentido Da Vida" (1983), de Terry Jones e Terry Gilliam
31) "E.T. - O Extraterrestre" (1982), de Steven Spielberg

Comentando esses dez: eu adoro o cinema-carpintaria do John Carpenter (quase tanto quanto gosto de trocadilho ruim como o que acabei de fazer), mas confesso que fiquei confuso na hora da pinçar um só (se eu fosse listar todos, não sobraria espaço pros outros). Então, deixei de lado os ótimos "O Príncipe Das Sombras", "O Enigma De Outro Mundo" e "Eles Vivem" e fiquei com aquele que eu vi primeiro no cinema, e que me divertiu pra caramba. Da mesma forma, escolhi o primeiro Cronenberg que vi em detrimento de outros tão bons quanto. "O Retorno De Jedi" está lá em último só porque, desta saga, o que eu gosto mais é o "Episódio V" - lembro que em lista anterior coloquei o sexto mais à frente, porque afinal era o único "Star Wars" que eu vi no cinema (antes das edições especiais, óbvio). Mas a verdade é que o meio da primeira trilogia é o top de linha da franquia. Temos ainda um Win Wenders que não é só dele e é belíssimo, além de um filme um tanto quanto subestimado com o hoje hypado Bill Murray e que já mostrava, há mais de 20 anos, o grande ator que ele é. E mesmo sabendo que a década do Coppola foi a de 70, pincei um filme menor (em proporções mesmo) dele nos 80, além do melhor filme (depois de "O Show De Truman") do Peter Weir. Tudo isso, junto com o sarcasmo do Monty Phyton e um dos muitos clássicos do Spielberg fecham a quarta dezena da lista.

30) "Uma Rua Sem Volta" (1989), de Samuel Fuller
29) "Pequenas Chamas" (1985), de Peter Del Monte
28) "Superman II" (1980), de Richard Lester
27) "Matador" (1986), de Pedro Almodóvar
26) "O Peso De Um Passado" (1988), de Sidney Lumet
25) "Atraiçoados" (1988), de Costa-Gavras
24) "A Mulher Do Tenente Francês" (1981), de Karel Reisz
23) "Era Uma Vez Na América" (1984), de Sergio Leone
22) "Mad Max II" (1981), de George Miller
21) "A Companhia Dos Lobos" (1984), de Neil Jordan

Pequenas pérolas de grandes diretores. Duas continuações melhores do que as primeiras partes. Um épico em tudo. Um filme belo, simples e comovente. E um delicioso exercício de metalinguagem. Isso resume a terceira dezena. Desta vez fugi um pouco dos filmes mais óbvios de gente como Fuller, Almodóvar e até mesmo Costa-Gavras e Lumet. Mas a razão é uma só: os filmes que estão listados são melhores que os mais populares.

20) "The Hit" (1984), de Stephen Frears
19) "O Sacrifício" (1986), de Andrei Tarkóvski
18) "Gremlins" (1984), de Joe Dante
17) "Conta Comigo" (1986), de Rob Reiner
16) "A Casa Dos Sonhos" (1988), de Bernard Rose
15) "Paisagem na Neblina" (1988), de Theo Angelopoulos
14) "A Troca" (1980), de Peter Medak
13) "Kagemusha - A Sombra Do Samurai" (1980), de Akira Kurosawa
12) "Jesus De Montreal" (1989), de Denys Arcand
11) "Um Tiro na Noite" (1981), de Brian De Palma

A briga se intensifica. Quem vai embora? Quem fica? Ficou a grande reflexão existencial de Stephen Frears, oculta sob um tenso disfarce de filme policial. Ficou a esperança impregnada nos fotogramas do último filme de Tarkóvski e a saudável anarquia B de um Joe Dante no auge da forma. Ficou também a poesia, nostálgica e infantil, de "Conta Comigo". Ficou a também infantil poesia, só que mais soturna e delirante, de "A Casa Dos Sonhos". E finalmente ficou a poesia ainda infantil, mas tão mais transitória e amarga, de "Paisagem Na Neblina". Abriu-se espaço ainda para o suspense bem feito, construído nos detalhes de um universo onde terror ainda tem a ver com medo e não com susto puro e simples. O deslumbre visual de um filme ao mesmo tempo arrebatador e intimista também não poderia ficar de fora. Como não ficaria a alegoria singela e irônica da intolerância humana. E em décimo-primeiro, um momento soberbo da construção (ou desconstrução?) cinematográfica.

E chegamos aos 10 mais. São filmes-síntese, eu diria. Síntese do amor, do oculto, do horror, da aventura, do desejo, da farsa, do delírio, da fantasia, do medo e da humanidade em última instância.

10) "Não Amarás" (1988), de Krzysztof Kieslowski
09) "Coração Satânico" (1987), de Alan Parker
08) "A Morte Do Demônio" (1981), de Sam Raimi
07) "Caçadores da Arca Perdida" (1981), de Steven Spielberg
06) "Asas do Desejo" (1987), de Wim Wenders
05) "Dublê De Corpo" (1984), de Brian De Palma
04) "Brazil - O Filme" (1985), de Terry Gilliam
03) "O Império Contra-Ataca" (1980), de Irwin Kershner
02) "O Iluminado" (1980), de Stanley Kubrick
01) "Blade Runner" (1982), de Ridley Scott

Comentários?

Postado por Nery Nader Jr às 11:37

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Carmina Burana



Si Puer Cum Puellula
(CB 183)

Si puer cum puellula
moraretur in cellula,

R.
Felix coniunctio.
Amore succrescente,
pari remedio
propulso procul tedio!

Fit ludus ineffabilis
membris, lacertis, labiis.

R.
Felix coniunctio...

=

Se Um Rapaz E Uma Donzela
(CB 183)

Se um rapaz e uma donzela,
ficassem juntos na mesma cela...

R.
Ó casal abençoado!
O amor tempera,
anima o noivado;
o tédio se oblitera.

Brincam juntos num só gesto
de bocas, pernas e o resto!

R.
Ó casal abençoado...

Postado por Nego Lee às 09:02

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quinta-feira, maio 18, 2006


Reunião



Um ponto de interrogação. Um olho vertendo uma lágrima diretamente da pupila. Um rosto de perfil. Um rosto de frente. Uma mão geometricamente esquisita. Uma chama. Um pássaro bizarro de cara quase quadrada.

Estes são os desenhos de canto de página que eu rabisquei durante a última reunião que participei. Tradução, por favor?

Postado por Nery Nader Jr às 16:03

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Femmes fatales da tela.

Postado por Nego Lee às 00:02

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quarta-feira, maio 17, 2006



Postado por Nego Lee às 14:03

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Isso Implica Em...



mudar a forma de ver as coisas; pensar as coisas de outra forma; reformar a casa e o que tem na casa; dormir mais tarde e acordar mais cedo; esquecer o medo e partir pro abraço; esquecer o tempo, o frio e o cansaço; fazer de conta e acreditar; escutar aquela velha canção; escutar essa nova canção; comer feijão, arroz e bife; comer coq au vin, mille-feuilles e quiche; entrar de sola e mandar à merda; entrar de gaiato e fazer merda; sair de fininho sem dar tchauzinho; fazer o de sempre sempre diferente; fazer o melhor mesmo na pior; fazer o pior com a melhor das intenções; não dar atenção ao que leu aqui; esquecer de tudo e ir dormir.

Postado por Nery Nader Jr às 11:17

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terça-feira, maio 16, 2006


Oração Do Dia

"Para um cavalo cansado, até seu rabo é um peso." (Provérbio Tcheco)

Postado por Nego Lee às 23:53

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Você usa faca pra cortar a sua pizza? Isso é coisa do passado. Conheça o garfo-corta-pizza.

Postado por Nery Nader Jr às 17:56

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segunda-feira, maio 15, 2006



Postado por Nego Lee às 18:05

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sexta-feira, maio 12, 2006


Retrato



Uma foto antiga, vista de dentro pra fora. Ele, em pose forçada e um semi-sorriso no rosto, olha para ela, que segura o porta-retrato e as lágrimas. Ele não entende a confusão e a tristeza no olhar do seu grande amor. Naquele mesmo dia, diante daquele mesmo mar ao fundo, ele lembra dos dois trocando outros olhares, bem mais felizes. Mas quanto tempo se passou desde aquele momento? E por que ele agora não consegue mais voltar o seu olhar para o mar que tem atrás de si? Não sabe. Tudo que sabe é que tem os olhos fixos nos olhos dela. Olhos dela, agora já encharcados. Mas mais do que tristeza, ele enxerga uma certa fúria naquele rosto, prestes a emergir de seus lábios tão suaves e perfeitos. Lábios que minutos atrás estiveram colados aos seus. Mas agora ele sente seus lábios secos. Secos como seus olhos. Olhos fixos, que não piscam, que não brilham, e que neste instante enxergam apenas uma imagem tremida. E tremem também. E voam. E caem.

Ele olha de novo, sem nunca ter deixado de olhar. Tudo que vê é um pedaço de chão, um tanto de rodapé e um risco, dividindo o vidro em duas metades - uma inteira e outra feita de cacos intermináveis.

Postado por Nery Nader Jr às 18:19

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Letras De Música Que Eu Posto No Meu Blog (Mesmo Sabendo Que Ninguém Lê Letra De Música Em Blog)



"Ask Me Anything" (The Strokes)

Right, wrong, what to do
Someday it will come to you
Hostile Indians
We named a summer camp for you

I've got nothing to say
I'm in utter dismay
I've got nothing to say

Harmless children
We named our soldiers after you
Don't be a coconut
God is trying to talk to you
We could drag it out
But that's for other bands to do

I've got nothing to say

I've got nothing to give
I've got no reason to live
But I will fight to survive
I've got nothing to hide
Wish I wasn't so shy

I'd like to watch
I'd like to read
I'd like a part
I'd like the lead

I've got nothing to say

I've got nothing to give
I've got no reason to live
But I will kill to survive
I've got nothing to hide
Wish I wasn't so shy

Postado por Nego Lee às 18:02

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quinta-feira, maio 11, 2006


"Missão: Impossível III" (J.J. Abrams)



Depois de tantos elogios da crítica especializada e desespecializada, a verdade precisa ser dita: este filme é o mais fraco dos três. Nada perto do inassistível, muito pelo contrário, mas fica aquém dos seus predecessores.

Fica aquém no roteiro (inclusive do II, onde muitos insistem em não ver roteiro só porque o John Woo caprichou na pirotecnia), recheado de buracos incômodos e inconsistências no modus operandi dos personagens. Só pra exemplificar: por que razão o vilão tão fodão não fez realmente o que tanto insinuou, senão pra garantir que o filme chegasse inteiro ao seu final?

Fica aquém também na sua opção pela humanização do agente Ethan Hunt. Nada contra deixá-lo mais humano. Mas faltou fundamentação para tanto. E mais uma vez sobram perguntas. Podemos perguntar, por exemplo, qual o motivo para ele largar mão das suas aventuras? Amor, suponho. Mas que amorzinho mais sem sal nem pimenta esse que ele escolheu. Empatia zero. Até a insossa Thandie Newton, do segundo filme, se revela mais apaixonante, até por conta do jogo perigoso em que o flerte deles se transforma. E não é isso - mirabolância até na hora de escolher um affair - que a gente espera de um super-ultra-mega-agente-secreto? Se o diretor/roteirista Jay-Jay-O-Jatinho (que-caiu-numa-ilha-misteriosa) queria realçar o lado humano do herói e dos seus periféricos, alguma coisa falhou feio na fórmula da "empatia imediata com os personagens", que em "Lost" tem funcionado que é uma maravilha.

E por falar em Jay-Jay-O-Jatinho (que-caiu-numa-ilha-misteriosa), a direção também ficou aquém dos dois primeiros. Do De Palma a gente nem fala. O cara é mestre em criar, manipular e esticar o suspense até as suas últimas conseqüências (sempre gratificantes), valendo-se para isso de planos caprichados, travellings enebriantes e closes sudoríficos. Já John Woo é um mestre da ação, abusando da plasticidade, da implausibilidade e do delírio visual em slow-motion pra compor cenas do caralho. E o Jay-Jay-O-Jatinho (que-caiu-numa-ilha-misteriosa) é mestre em quê? Pelo que pude notar, em criar séries espertas, além de dirigir um episódio-piloto que dá de dez em muito cinema de orçamentos inflacionados. E quando o próprio tem nas mãos um orçamento inflacionado, o que ele faz? Um episódio de série televisiva caprichado, mas carente de identidade. A abertura do filme é realmente poderosa, deixando-nos tensos pelos próximos 40 ou 50 minutos. Mas daí você já saca o que vai acontecer e tudo enfraquece. Sem falar que a câmera trepidante também colabora para enfraquecer algumas cenas de ação, como a da ponte ou a das correrias (a pé ou de carro) nas ruas de Shangai. De nada adianta o Tom Cruise fazer todas as cenas sem dublê se a gente nem bem vê a cara do cara. Poderia ser um Ben Stiller qualquer ali e não faria a menor diferença. E pra finalizar este parágrafo, não dá pra deixar de citar o clímax chocho e esquemático. Tipo nhé, mesmo.

Ok, ok, também não é tão ruim assim como estou pintando. Dá pra se divertir muito bem por conta de uma bem-feita (e está sim, empolgante) perseguição de helicópteros e de uma deliciosa invasão do Vaticano (com tudo que a curta séria cinematográfica tem de melhor: equipamentos sofisticados, planos mirabolantes, locações bonitas e teoricamente inacessíveis para um assalto, máscaras e trocas de identidade e, oba!, suspense dos bons). Ainda no lado dos bons, preciso citar a vilanesca interpretação de Philip Seymor Hoffman, comprometida apenas no final por culpa do roteiro, e a presença de Ving Rhames, repetindo-se com estilo.

Só que o filme acaba e sobra apenas a curiosidade especulativa inútil de se querer saber como seria a missão nas mãos do Joe Carnahan.

Postado por Nery Nader Jr às 17:48

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(Roubado d'Os Pirocos.)

Postado por Nego Lee às 16:02

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quarta-feira, maio 10, 2006


Gerúndio



Ando rabiscando coisas sem sentido.
Parando no meio sem saber por quê.
Ando escrevendo no gerúndio, como agora, como sempre, como nunca.
Ando.
Indo.
Onde?
Undo?

Postado por Nery Nader Jr às 18:21

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You Tube: eu amo você.

Postado por Nego Lee às 15:01

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terça-feira, maio 09, 2006


C'est Fini



Bonjour
Je t'aime
S'il vous plait
Sim, sei que não tem nada a ver
Mas é que eu sempre quis escrever
Alguma coisa em francês
Tipo assim
Pra você ler
Laissez-faire
Laissez-passer

Postado por Nego Lee às 00:01

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segunda-feira, maio 08, 2006


A Partir Daí



Todo mundo tem sua própria vida. Toda vida tem sua própria dinâmica. Mas às vezes, às vezes o bicho pega. E pega de um jeito torto, entortando a vida sobre si mesma e dando à tal dinâmica uma força contrária de igual valor, ou algo que o valha. O que eu estou querendo dizer e que você parece não querer entender é que a vida e sua dinâmica estão sempre à mercê de alguma coisa maior e que não tem nada a ver com o que devia ter a ver. Acaso, diriam uns. Coincidência, diriam outros. Destino, argumentariam os crédulos. Credo!, diria eu. O fato é que fodeu. E fode sempre, principalmente quando você acha que está a favor da corrente e nada de surpreendente vai lhe surpreender. Mas surpreende. E quer saber? É a partir daí que vale a pena viver.

Postado por Nery Nader Jr às 17:22

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Oração Do Dia

"Férias é uma palavra que está sempre no plural porque ninguém quer tirar uma só." (Renata Raggi?)

Postado por Nego Lee às 13:15

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sexta-feira, maio 05, 2006


Seja um pintor.

Postado por Nery Nader Jr às 17:23

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Você Conhece Alguém Que...



... veste camiseta de banda heavy metal e escolhe um CD de punk para ouvir no carro enquanto vai a um show de hard rock?

... consegue ir em um restaurante japonês e emporcalhar a camiseta que está por baixo da camisa sem sujar a roupa de cima?

... tem uma chuteira society boa, linda e maravilhosa para jogar um futebol ruim, feio e horroroso apenas uma vez por semana?

... come iogurte com cereais no café da manhã, salada com suco natural no almoço e dois baita x-tudo com cerveja na janta?

... luta sem temor com faixas-pretas de karatê e enfrenta sem medo torcida ou multidão mas se caga perto de um simples sapo?

Eu (me) conheço.

Postado por Nego Lee às 10:03

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quinta-feira, maio 04, 2006


Do Meu Tolo Tormento



Hoje a eternidade não me atrai
Quero ser breve
Quero menos do que mais

Hoje o sol brilhando me parece
Por demais feliz
Por demais pedante em sua benesse

Hoje todas as cores poderiam
Tingir-se de cinza
E assim mais perto de mim estariam

Hoje o dia me deixou pra trás
Pensei em chorar
E pensando bem, mal não faz

Então que venham todas as lágrimas
Todos os gritos, todas as dores infinitas
Não estou nem aí pra nada além do meu sofrimento
Do meu desespero, do meu exagero, do meu tolo tormento

Postado por Nery Nader Jr às 17:21

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Dos Outros

*****

"A ética é como a virgindade: se você bate no peito para dizer que a tem, provavelmente não tem coisa nenhuma ou está doido para perdê-la. (…)"

*****

(Do Bombordo.)

Postado por Nego Lee às 10:02

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quarta-feira, maio 03, 2006


Cartoon On Network





Cartum achado sem querer nas Internets da vida. 1º lugar no 1º Salão de Humor de Piracicaba, em 1974. Eu nem tinha completado o meu 1º ano de vida e o mundo já tinha um novo Deus. Quem? Ele.

Postado por Nego Lee às 19:03

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Em homenagem ao meu compadre: o trailer de "Superman Returns".

Postado por Nery Nader Jr às 09:53

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terça-feira, maio 02, 2006


Echo And The Bunnymen - Curitiba Master Hall - 28/04/06 (Por Nego Lee)



Shows são animais. Das mais variadas espécies. Alguns são elefantes. Shows elefantes. Grandes, fortes e, quando embalados, atropelam sem que você possa fazer nada. Outros shows são macacos. Ou melhor, são como a Monga, a mulher-gorila do circo, sabe? Você está lá, sabendo o que vai acontecer mas, mesmo assim, a coisa surpreende. E ainda tem aqueles espetáculos que são lindos e fofos. Aqueles cuja emoção se reproduz rapidamente até que o aplauso saia da cartola como mágica. Shows coelhos. Homens-coelhos.

Agora esqueça os meus trocadilhos bobos e as minhas analogias estúpidas e vamos aos fatos: Bunnymen estavam entre nós. E foi um show de foder. Com vocês, as palavras do meu compadre WW!

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Echo And The Bunnymen - Curitiba Master Hall - 28/04/06 (Por William Wilson)



Eu sou um velho. Mas nem por isso vivo num sarcófago. Nem por isso ouço as minhas músicas preferidas num três-em-um e nem por isso as minhas músicas preferidas nasceram todas em mil novecentos e oitenta e um.

Eu sou um velho. Mas vivo em 2006. Ao contrário da grande maioria do povo que foi ao Curitiba Master Hall, na última sexta, ver a banda Echo And The Bunnymen. Eles ainda vivem em 1986. Meda.

Nada contra os 80. Muitas das melhores bandas e músicas que eu ouço até hoje são de lá. Mas sem saudosismo bobo, por favor. Senão a coisa fica tão deprê como uma platéia que só quer ver/ouvir "Lips Like Sugar", torcendo o nariz para coisas novas, e superiores, como "Stormy Weather" e "Scissors In The Sand".

Momento-confissão: eu gosto mais do Echo recente - desde a volta por cima com "Evergreen", do que o Echo clássico. Não deixo de achar o passado deles muito bom, claro. "Ocean Rain" eu curto (muito) desde que o vinil saiu no Brasil, mas a atualidade me empolga (ainda) mais. É claro que a voz do cara já não é mais a mesma, assim como o pique dos caras, ou os caras em si - que são metade do que eram antes (o baterista bateu as botas e o baixista vazou logo depois da volta). Mas tudo que os dois remanescentes fizeram recentemente me agradou muito. Até porque eles sempre foram os grandes compositores da banda, bem ao estilo daqueles outros dois carinhas da segunda melhor banda de Liverpool (Lennon e McCartney, se não me engano). E depois, Ian McCulloch e Will Sergeant não estão vivendo de passado, lançando discos bons atrás de discos ótimos, ou vice-versa, vide o sensacional "Siberia".

Obviamente o show privilegiou os tempos idos, agradando também (mas não só) os fãs carcomidos. Até porque o som ao vivo do Echo subverte os clássicos. A sonoridade é outra. Aliás, sempre foi, basta resgatar qualquer gravação ao vivo de outrora ou de agora pra ver como eles sempre soaram melhores e mais pesados em cima de um palco.

Numa penumbra quase eterna, em meio a luzes roxas e azuis, e algumas brancas pra realçar ainda mais os contornos sombrios, Ian e Will (que continua tocando guitarra pra caralho, naquele característico estilo Will Sergeant de tocar guitarra), assessorados por uma ótima banda de apoio, destilaram seus clássicos, indo de "Going Up" até "Ocean Rain", respectivamente abertura e fechadura do show. No meio, tivemos grandes momentos com "Seven Seas", "Bring On The Dancing Horses", "The Killing Moon", "Back Of Love" e "In The Margins", momentos sensacionais com "Rescue" e "The Villiers Terrace" (com direito a doorseira "Roadhouse Blues" no meio) e momentos mágicos com "All That Jazz", "Scissors In The Sand", "The Cutter" e "Nothing Lasts Forever" (essa com o enxerto soberbo de "Walk On The Wild Side" e a frase "Curitiba City is the place where they said..." pros poucos que captaram a sutileza).

E foi assim, sem saber quanto tempo durou o show, sem saber a ordem certa das canções e sem saber como tirar o sorriso do rosto que eu fui dormir na sexta já sábado. E é assim, sorrindo, que eu fecho esse post. Sorrindo e torcendo para que este seja o primeiro de uma série de memoráveis shows estrangeiros nesta terra de noites frias e leite quente.

Postado por Nery Nader Jr às 17:02

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Postado por Nego Lee às 00:03

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